Sem eira nem beira.
Memoráveis lembranças rodeiam o hoje seguram tempo longínquo e sistematicamente sabotam cada reinício
Negando novos quereres dores amalgamadas em solidãoeternizam-see os estômago…
Cessouafogada pelo excesso de controle mascarado de cuidado a suculenta miúda
Triste e previsível é o fim de todas as posses.
Distraio-me pensando em seu sorrisomedíocremas um alentoe as conversas ácidas perturbadoramente profundas iluminadoras de obscurecências outrora afugentadas a beira mar.
Aquela ferida abertacheia de pus amarelo fétido sangra quente espesso pelos poros dilatados como pupilas vidradas no cheiro rasteiro docede solidão.
Pulmões estufados miram o horizonte e a quebra com o automatismo refaz proporções
Interiores recém coloridos abandonam ojerizas moídas a prantos quentes