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É só uma tradução (livre) de um artigo que achei interessante. Não são minhas conclusões, mas valem ser compartilhadas pois algo de ciência tem.

I. Ensine habilidades sociais

Um estudo de 20 anos (Pennsylvania State and Duke University)mostra a correlação postiva entre crianças com boas habilidades sociais tem sucesso no já início da vida adulta.

Podemos começar ensinando como eles podem resolver problemas com os amigos, dividir seus pertences, escutar sem interromper e ajudar nas tarefas de casa. Não é impossível e não fará mal.

II. Não seja super-protetor

Os pais de hoje, e eu tbm, apresentam dificuldades em deixar as crianças se virarem, ao invés disso, corremos para resolver os desafios por eles. …


Já falamos sobre o ISA 16 por aqui e já aconteceram alguns ISA Redux pelo mundo, mas agora você que não foi, poderá conferir algumas delas — sem mediadores — os conteúdos da edição Santiago — Chile. E você que foi, é o momento de rever e aplaudir novamente. :)

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Meus 3 destaques

Jorge Arango, Futuredraft

A arquitetura da informação

Renato Verdugo, Youtube

Trazer o time gerando insights coletivos.

Mr. Alan Cooper, Cooper

Inspirando um mundo melhor.

Gracias por todo, amigos de Santigo. Rodrigo Vera, Eduardo Aguayo y Joyce.

Nos vemos en Florianópolis. ¿Cachay? ;)


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Esta semana me chegou um texto, falando algumas verdades difíceis no nosso contexto de projetar experiências, vou tentar fazer um resumo traduzido. E vale lembrar que são comentários ácidos de experiências vividas pelo autor e as lições aprendidas.

Verdades sobre o seu design

/ cores não têm significado

Chocante mas cada um entende as cores de maneira pessoal — eu sou daltônico e sei bem o que isso quer dizer. A cor não tem um significado que transcenda todas as culturas, pessoas e etc. Ela pode sim ser um elemento poderoso de comunicação, mas não pense que o significado que você deu à ela no seu layout é o bastante. …


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The Apotheosis of Homer, 1944 by Salvador Dali

Quando eu estava na faculdade (saudosos anos 2000) os professores nos apresentavam matérias de revistas (não lembro por que a internet ainda não era material de aula) falando sobre como as empresas estavam entendendo o valor do design, que as empresas que investiam em design estavam se destacando no mercado. Normalmente produtos físicos. Phillip Stark fazia parcerias com várias empresas, a Apple estava começando sua nova era. As bolhas já tinham sido estouradas, o mercado digital estava amadurecendo e aí o início de uma nova visão se apresentava necessária: como desenvolver produtos digitais de sucesso.

IHC (interação humano-computador) já existia na época, afinal os cartões perfurados de antigamente eram a forma de interação homem-máquina possível. A questão é que no começo dos anos 2000 deu-se início a uma aproximação do negócio com o design, das tecnologias com o design e o design passou e estar infiltrado em várias áreas da empresa. O que temos hoje é essa visão empresarial pós-design thinking, pós-agile, pós-times multi funcionais, pós-data-driven design — estamos em um cenário onde as soluções devem ser ágeis e entregar o valor.


Realizado em Córdoba, a versão 2015 do Interaction South America durou 4 dias e contou com quase 200 palestrantes. Pra quem não conhece o evento, já comentamos aqui a edição 13 e 14.

Os dois primeiros dias foram dedicados à workshops e palestras curtas, submetidas pelos membros da própria comunidade IXDA. Os últimos dois dias foram realizados em um auditório, onde os principais keynotes foram apresentados.

Abaixo, os pontos altos do evento e os principais insights de cada apresentação segundo Willian Sertorio e Giu Vicente.

Keynote: Stephen Anderson — Seductive Interaction Design

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O autor de Seductive Interaction Design falou sobre a diferença entre design de produto e design de experiência. …


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Já pensou em poder participar de alguns dos vários eventos de design que acontecem todo ano?

Difícil não?

Pois é. Alguém pensou nisso e reuniu em um único site 293 apresentações sobre design UX/UI que distribuidas em 42 eventos espalhados pelo mundo! É quase um UXFLIX (piadinha fraca não?)

Vale destacar algumas delas:

Photoshop you are a liar.

Josh Brewer

What Makes Great Product Design?

Braden Kowitz of Google Ventures; Leland Rechis of Etsy; Liz Danzico of NPR; Kim Bost of Dropbox; Katie Dill of Airbnb

The Modern UX Organization

LEAH BULEY


Com um livro chamado No Interface, Golden Krishna provoca as empresas com um sequência de piadas visuais:

- Como melhorar uma guitarra? ou uma geladeira? Ou um secador de cabela? ou uma privada? um carro?
Simples: coloque uma interface neles.
De maneira inteligente ele demonstra como a evolução das interfaces levou as pessoas à se viciarem nisso e que para alguns a solução óbvia é a interface “touch”. Depois do iphone os botões físicos não existem.

O exemplo da interação para abrir a porta de um carro pelo app já foi comentado por Bill Buxton no ISA13 e faz todo o sentido, a proposta não é a interface e sim o contexto de uso. Ele comenta que não precisa de uma interface tátil no carro já que não pode olhar, e que o carro deve assumir que o celular é a central e conectar com ele por voz. …


O que aprendemos com um projeto piloto até o momento.

Trabalhamos com software há algum tempo e sabemos que qualidade é importante, que as funcionalidades são importante, sabemos também que a experiência de uso é importante mas, nessa etapa, estamos focando no nosso processo de desenvolvimento em busca de algo maior, em busca de uma unidade que possa ser percebida nos produtos que entregamos, que gere empatia, onde as pessoas gostem de chegar aqui na segunda-feira e que possam — efetivamente — fazer a diferença.

Alguns podem achar utópico pensar assim, afinal, estou falando só de metodologia ágil, mas com base em textos e relatos de amigos, profissionais — que trabalham com esse conceito — percebe-se que não é algo do desenvolvimento de software apenas, é algo que passa para o DNA da empresa, motiva, gera coesão e sem demagogia, gera resultados. …


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A grife social OMUNGA tem o propósito de ser um meio de mobilização e articulação da sociedade, a fim de criar melhores condições de educação para crianças e adolescentes que vivem em regiões de extrema vulnerabilidade social no Brasil e no mundo, estimulando a compaixão e a ação prática da consciência social.

Oficializada em 2013, é uma organização estabelecida como pessoa jurídica sem fins lucrativos, com sede em Joinville (SC), que arrecada fundos, recursos materiais e capta voluntários para projetos educacionais. …

About

Giu Vicente

Advisory Board Member @ Omunga.com // IxDA Nederland Local Leader // Staff Product Designer @ ServiceNow.com // giuvicente.com

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