Redes sociais: inovar é a palavra chave!

Quando pensamos em redes sociais logo imaginamos este formato de agora, um espaço para compartilhamento de fotos, ideias e discussões. Que geralmente envolvem uma rede de amigos, próximos ou não, e que qualquer pessoa pode ter acesso através da internet.

A verdade é que as redes sociais estão presentes na nossa sociedade a mais tempo do que imaginamos. O seu formato vem se transformando desde 1960, quando surgiu o pioneiro CompuServe, que na época apenas compartilhava gifs na internet. O que temos costume de fazer até hoje, afinal qual outra forma de expressar nossos pensamentos se não através de memes?!

Desde aquela época a internet foi se aprimorando e da mesma maneira as redes sociais. Todos os formatos foram testados e aprimorados, transformados conforme a tecnologia e a necessidade da época. A quantidade de pessoas que tinham acesso a estes serviços também foram aumentando, com isso este universo foi se tornando cada vez mais popular.

Hoje ter uma rede social é, para a maioria das pessoas, uma extensão da própria vida. Compartilhar todos os momentos, todas as experiências e expectativas se tornou algo natural. Viver sem o acesso a internet e as inúmeras mídias sociais que estão presentes no nosso dia a dia, é o novo dilema enfrentados por todos nós.

Outra questão é a quantidade de redes que surgem a todo o momento, oferecendo um novo modelo de serviço ou uma atualização mais interessante. Isso faz com que estas redes sociais se tornem descartáveis, à medida que a necessidade e interesse das pessoas se transformam. Por mais que elas gostem de um formato, no final elas sempre acabam migrando para outro mais atualizado.

Foi o que aconteceu com o Orkut, por exemplo, conforme as pessoas foram se familiarizando com o Facebook, elas foram deixando de lado a outra de rede. Até que em determinado momento, o número de pessoas era insuficiente para despertar o interesse comercial da Google, que optou por descontinuar a rede.

Este é o ciclo de vida das redes socais, elas vão perdendo o público conforme surgem novas opções. Por isso, as empresas estão sempre atentas ao que os usuários querem nas suas redes, quais são as tendências que chamaram mais atenção do público e tentando inovar sempre. Para que elas consigam prolongar a sua vida útil da internet por um tempo maior.

O Facebook, por exemplo, tem a política de sempre comprar novos aplicativos ou redes que vão se tornando suas principais concorrentes. Ele fez isso com o Instagram, que era o favorito do momento para compartilhamento de fotos e com o WhatsApp que domina o mercado de mensagens no Brasil.

Tentou fazer com o SnapChat, quando o mesmo estava em seu auge 2015/2016, mas não teve sucesso nas negociações. Não conseguindo comprar o aplicativo, a solução foi criar um serviço semelhante ao do concorrente em todos os seus aplicativos. Criando uma concorrência desleal, de certa forma, já que o usuário sempre irá optar pela facilidade de usar um serviço ao usar vários app diferentes.

Na concorrência das redes sociais, sempre ganha o serviço que consegue enxergar o que o usuário quer. Por mais que em um primeiro momento as pessoas não gostem ou estranhe a nova opção da ferramenta, elas sempre acabam cedendo às facilidades daquela rede.

O Facebook acaba sendo um exemplo de como conseguir sobreviver na rede, um local de transformação constante de hábitos e ideias. Conseguindo abraçar as novidades, levar uma experiência boa para a maioria dos usuários e ao mesmo tempo se renovar conforme os anos vão passando. Características necessárias para aqueles que desejam manter o seu público fiel na internet e, ao mesmo tempo, atingir novos usuários ao longo dos anos.

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