“Eu não acho que eu vá morrer de velhice”
O dia começa como outro qualquer. Acordo com um pouco de dor nas costas, não sei se é a idade ou o sofá-cama que tenho na casa dos pais, casa que não é mais minha. Tomo café, fico um pouco com minha mãe, resolvo trançar os cabelos e por um bom tempo é isso…