“Eu faço pograma”: o papo de 1 hora com uma prostituta
Wagner Wakka Alves
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Caramba, Wakka. Que texto! E que história sensacional, bem delicada e sensível. Deve ter sido uma daquelas experiências sinceras e puras, apesar da escuridão da personagem. Dá pra ver sua honestidade nas palavras. Obrigado por tê-las escrito!

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