Harmonia da beleza

Há um ideal de beleza que comanda as relações e esse ideal me incomoda. Longe de mim soar hipócrita e querer passar uma ideia que a beleza física não importa, mas será que ela é tão significativa assim? Como pode tanta gente concentrar a maior parte das ações em se tornar cada vez mais bonito fisicamente? Para que se preocupar tanto com a vaidade, quando a gente tem tanta coisa para aprender e tanto para evoluir? Tanta gente em busca de um padrão. Às vezes tenho a impressão que as pessoas acreditam que seguir esse ideal é o suficiente para ser feliz no amor, é como se a aparência fosse o que as pessoas mais valorizassem nelas, mas, quando a gente só se apega a isso a gente esquece do que realmente é importante. Porque, pra mim, bonito mesmo é quando você pode ser você mesmo, bonito é quando sabemos respeitar os outros, quando somos gentis, quando somos humildes, bonito é quando reconhecemos nossos erros, é quando aprendemos que as pessoas não giram ao nosso redor, é quando se tem o que conversar, bonito é sermos agradáveis, é quando não resmungamos da vida. Bonito é quando alimentamos a alma, afinal, não há nada mais belo e agradável do que quando a gente fica leve e o sorriso contagia.

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