Ardor

“Oh, criador de mentiras…”


Foi naquela quinta-feira, onde o mar beira e solta sua ira.
Onde o amor, não passa de dor, onde a dor se transforma em amor…
Oh, criador de mentiras, por que tu dirias “eu te amo” se amor traz dor e que é disso que tu corres?
Corres como um cachorro de rua, faminto e com medo.
Porém, você corria para aquela quinta-feira… estaria tu se suicidando?
Mesmo amando, digo, você achava que nunca correria e mentiria como tu correstes e mentistes.

Eu leio teus olhos com lágrimas e os meus enchem delas, tuas lágrimas mentirosas escrevem fantasiosamente, assim como eu… assim como tu leu, assim como tu, eu.

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