Pessoas que fazem o TDE de última hora tem maior tendência a reprovar

É evidente a crescente onda de procrastinação que atinge os jovens universitários de nosso tempo. Seria culpa da Internet e seu fabuloso microcosmo de entretenimento alienador?

Luiz após uma maratona de Hamtaro no final de semana.

Todos os dias Luiz Cândido, aluno da PUCPR, chega da aula e senta em frente ao computador para realizar as tarefas acadêmicas, porém uma fosforilação de uma ciclina na cabeça de Luiz impede a progressão do ciclo de atenção cerebral, fazendo com que o referido aluno se importe mais com o último episódio de Hamtaro do que os tutoriais no YouTube passados na aula de Video e TV Digital.

Embora a mãe de Luiz afirme que é “falta de chinelo”, não é o que pensam alguns neurocientistas suecos, que vem mostrando interesse em utilizar de alunos como Luiz na pesquisa sobre a fosforilação de ciclina, uma vez que o sistema de reprovação acadêmico é um excelente recurso para encontrar possíveis indivíduos com as características desejadas.

A ciclina é uma proteína que tem tudo a ver com o cérebro.

O processo para identificação dos alunos com potencial para o problema é feito através da análise das datas de entrega dos exercícios de TDE, o que inicialmente distingue alunos como Luiz dos demais. Os mesmos foram acompanhados durante todo o semestre, e no final foi confirmado que aqueles que haviam entregue de última hora, além de apresentarem um trabalho de qualidade inferior aos demais colegas, tendiam a repetir o comportamento e por consequência ter um baixo rendimento acadêmico. Tudo se explica com a teoria da fosforilação de ciclina.

Os pesquisadores propõe que a PUCPR, por possuir um histórico de atuação com iniciativa privada em pesquisa e tecnologia, invista no desenvolvimento de um potencializador de fosforilação de ciclina, o que poderia acarretar 3 vezes mais lucro para a universidade no futuro.

Tio Reitorinhas futuramente, caso aceita a proposta de pesquisa.
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