“Ozark” continua sendo o irmão caçula de “Breaking Bad”
A 2ª temporada é eletrizante

Os investimentos de Marty Byrde, em “Ozark” (Netflix), persistem para livrar a sua pele e de sua família, e eu apostaria todas as minhas fichas para uma excelente 3ª temporada.
A habilidade de Byrde em movimentar números e resolver problemas, nesta 2ª temporada, começam a sofrer fortes arranhões — convidando o espectador a ficar animado no sofá.

Lidar com o Cartel Mexicano, os Snells, o investigador do FBI, Roy Petty, e muitos outros, lhe custará, além de muito esforços, algumas vidas. Para se ter uma ideia, Byrde deixará escapar em alguns momentos seu otimismo inabalável: “As pessoas para quem trabalhamos… Eu achava que éramos diferentes deles.”
Ano passado, quando escrevi que “Ozark” era o irmão caçula de “Breaking Bad”, acredito que não estava errado. E hoje, posso afirmar que o irmão caçula cresceu e está incomodando o seu irmão mais velho.
Assim como terminei 1ª temporada, encerro o meu segundo texto da mesma maneira:
“Em essência, dinheiro é a medida das escolhas de um homem”. Faça você a sua: assista ou não.
A 2ª temporada é eletrizante.

Trailer:
