Subindo a barra

Guilherme Oliveira
Aug 26, 2017 · 1 min read

Mais ou menos há um ano atrás, tivemos aqui no Brasil, Rio de Janeiro, os Jogos Olímpicos.

Estava lendo uma retrospectiva do evento, e um dos grandes fatos que me chamou atenção foi o do brasileiro Thiago Braz, de 22 anos, que na competição de salto com vara, venceu na final o francês Renaud Lavillenie, o melhor do mundo na modalidade, levando a medalha de ouro, e também conquistando um novo recorde olímpico.

Renaud tinha como melhor marca 6,16 m. E já colocou Thiago em uma situação difícil ao pular com 5,98 m, na hora de disputar a medalha de ouro, na final.

Ao subir sua barra para 6,03m, de forma inédita para ele, e já atingir o marco na segunda tentativa, Thiago inverteu a disputa. Renaud, em um ato de desespero, após falhar seu pulo nas duas primeiras tentativas, sobe a barra para 6,08 m, e também não consegue o feito, deixando a medalha de ouro para o brasileiro Thiago.

Com essa resumida mas grande história, Thiago nos dá boas lições.

De que fazer somente o esperado não serve.

De que ficar na média não serve.

De que esperar os outros não serve.

A pergunta que fica é, o quão alto você está subindo sua barra?

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