Subindo a barra

Mais ou menos há um ano atrás, tivemos aqui no Brasil, Rio de Janeiro, os Jogos Olímpicos.
Estava lendo uma retrospectiva do evento, e um dos grandes fatos que me chamou atenção foi o do brasileiro Thiago Braz, de 22 anos, que na competição de salto com vara, venceu na final o francês Renaud Lavillenie, o melhor do mundo na modalidade, levando a medalha de ouro, e também conquistando um novo recorde olímpico.
Renaud tinha como melhor marca 6,16 m. E já colocou Thiago em uma situação difícil ao pular com 5,98 m, na hora de disputar a medalha de ouro, na final.
Ao subir sua barra para 6,03m, de forma inédita para ele, e já atingir o marco na segunda tentativa, Thiago inverteu a disputa. Renaud, em um ato de desespero, após falhar seu pulo nas duas primeiras tentativas, sobe a barra para 6,08 m, e também não consegue o feito, deixando a medalha de ouro para o brasileiro Thiago.
Com essa resumida mas grande história, Thiago nos dá boas lições.
De que fazer somente o esperado não serve.
De que ficar na média não serve.
De que esperar os outros não serve.
A pergunta que fica é, o quão alto você está subindo sua barra?
