Inteligência Artificial Pt3: Google GMNT — redes neurais ajudando a tradução

Google Skynet :>

Recentemente Gil Fewster escreveu um artigo sobre a o anúncio do Google no final do ano de 2016 dizendo que o Google Translate adquiriu inteligência própria, criando sua própria linguagem para tradução de línguas inéditas.

Algumas das expressões que ele utilizou foram:

“Talvez o mais surpreendente artigo que eu li sobre machine learning no ano de 2016”
A versão curta é que o Google Translate ficou inteligente. Desenvolveu a capacidade de aprender com as pessoas que o usaram. Ele aprendeu a fazer suposições educadas sobre o conteúdo, tom e significado de frases com base no contexto de outras palavras e frases em torno deles. E aqui está que fará o seu cérebro explodir: o Google Translate tornou-se criativo.

Vamos aos comentários

Bombardeado por comentários de pessoas que mostravam entender um pouquinho mais do assunto Gil Fewster até atualizou seu artigo, mostrando seus exagero em relaçao ao termos fantásticos utilizados.

“Ok, devagar. O Google não inventou sua própria linguagem nem criatividade. Dizer isso é o mesmo que dizer que calculadoras são inteligentes e um dia elas dominarão trabalhos dos professores de matemática.”
“Vou tentar falar de forma simples. Não há nada que é realmente surpreendente para as pessoas que estão familiarizados com ciência da computação e lingüística, mas o Google é uma empresa realmente grande e assim quando eles colocam as peças em conjunto, eles podem obter resultados grandes.”

Não quero de forma nenhuma menosprezar os resultados de pesquisa do Google, nem mesmo forma de escrever do entusiasta. Sem dúvida existe uma evolução na forma que aplicamos os conceitos de machine learning no novo engine de tradução.

Onde estão as respostas?

Nos comentários. A riqueza de informação que foi gerada se reflete nos experts, nos links e explicações que traduzem conceitos em pragmatismo.

Fonte: https://research.googleblog.com/2016/11/zero-shot-translation-with-googles.html

Esse é o terceiro de uma série de artigos que desmitificam todo alvoroço midiático em cima de inteligência artificial. Seguem os links para os anteriores: