Minha História

Prezado time de recrutamento,

Sou o Guilherme, tenho 26 anos e moro na zona norte de São Paulo. Sou engenheiro de instrumentação, automação e robótica, recém-formado pela Universidade Federal do ABC e atualmente trabalho, parte como analista e parte como consultor, no departamento de consultoria da DuPont do Brasil.

No ano de 2014, tive a oportunidade de participar do programa “Ciência sem fronteiras” e fui premiado com uma bolsa integral de estudos para os EUA, mais especificamente para a Kansas State University, onde realizei um curso intensivo de inglês durante os primeiros três meses e depois, matriculado no curso de engenharia elétrica, fiz matérias relacionadas ao meu curso no Brasil.

Depois de um ano de estudo na Kansas State University, decidi procurar um estágio para complementar meu intercâmbio e consegui um estágio como aluno pesquisador na University of Nevada em Las Vegas, onde auxiliei o time do professor Pushkin Kachroo a desenvolver um aplicativo para smarthphones Android que conseguia captar dados como: latitude, longitude, velocidade, aceleração, entre outros. Esses dados, por sua vez, eram analisados posteriormente por softwares de simulação de tráfego.

O intercâmbio, certamente, foi uma experiência que me marcou profundamente, pois tive a oportunidade de conviver e aprender com colegas de diversas culturas e provenientes dos mais diversos continentes, desfrutei da oportunidade de, pela primeira vez, morar sozinho e cresci muito pessoal e profissionalmente enquanto estive por lá. Se tem uma coisa que eu faria diferente durante meu intercâmbio seria tentar imergir ainda mais nas diferentes culturas, pois me entusiasma a possibilidade de conhecer novas pessoas e seus respectivos valores e crenças, que moldam quem são. O mais importante, entretanto, foram as amizades que perduram até hoje. Fiz amizades com americanos e brasileiros (de inúmeros estados) que, sem dúvida, permanecerão para a vida toda. Na figura 1, é possível visualizar uma foto do nosso time de futebol da Kansas State University. O time contava com colegas da África, EUA e América do Sul.

Figura 1. Time de futebolda Kansas State University.

Aterrissando em terras brasileiras, um dos meus maiores orgulhos foi a conquista do meu diploma de engenheiro. Esse diploma foi conquistado ao longo de quase sete anos, considerando o intercâmbio de quase um ano e meio, e em meio a muitas noites sem dormir, muitos fins de semana de estudo e diversas situações que me fizeram refletir sobre minha vida acadêmica. Hoje, eu me arrependo de não ter participado de grupos estudantis como Atlética, DCE, Empresa Junior, entre outros. Como em quase toda minha graduação eu estudei e trabalhei, realmente não encontrei tempo para essas atividades.

Apesar de todas as dificuldades, consegui conquistar o objetivo de me tornar engenheiro com o desenvolvimento de um projeto muito emblemático que encerrou meu ciclo de vida acadêmica: meu trabalho de conclusão de curso (TCC), no qual eu elaborei um Sistema de Orientação de Filas Wi-Fi. Mais informações sobre meu projeto de conclusão de curso podem ser encontradas no seguinte link.

Abordando um pouco minha vida pessoal, uma situação que transformou completamente minha vida foi quando eu me converti ao cristianismo. Antes eu não acreditava totalmente que existia um Deus que cuidava de nós e nos amava acima de tudo, contudo, quando me converti, minha vida mudou integralmente — eu já não tinha medo do que antes me amedrontava, meus valores se modificaram e minhas atitudes para com as outras pessoas também se transformaram. Posso dizer que, quando sentimos que somos amados, mesmo com todas as nossas falhas, quando estamos cheios de amor, conseguimos de alguma forma fazer com que esse amor extravase às outras pessoas — não é algo forçado, é completamente natural, é quem nós somos.

Muito devido ao que comentei no parágrafo acima, eu diria que minhas características mais marcantes são a persistência, a integridade e o fato de ser um bom conselheiro, mas amigos, colegas e familiares também dizem constantemente que sou paciente, resiliente e prestativo.

Sempre adorei praticar todo tipo de esporte, começando por futebol, depois pratiquei por muito tempo natação e em um terceiro momento comecei a praticar musculação. Ainda pratico musculação, mas estou me apaixonando, cada vez mais, por um novo hobbie que é a corrida. Minha meta no final do ano será correr, pela primeira vez, a corrida São Silvestre em São Paulo.

Entre meus dez e treze anos de idade, aprendi a tocar violão, porém parei de praticar durante doze anos. Voltei a praticar e a treinar com vinte e cinco anos, e hoje toco violão, guitarra, contrabaixo e comecei a aprender bateria. Eu diria que a música, em geral, representa um dos meus maiores hobbies.

Mudando de assunto, os motivos que me levaram a escolher a J&J para trabalhar foram, em primeiro lugar, o fato dos valores corporativos da empresa serem meus valores pessoais também. Trabalhei na J&J durante o ano de 2017, como consultor da DuPont, em um projeto, no qual a J&J demonstrou sua preocupação real com a segurança de seus colaboradores e sua responsabilidade em sempre entregar um produto da mais alta qualidade. A J&J já possuía um excelente desempenho em segurança, porém sentia que precisava melhorar, e ao final do projeto, conseguiu fazer com que a planta de São José dos Campos fosse referência entre todas as outras plantas da companhia, no mundo todo.

O segundo motivo que me levou a escolher a J&J para trabalhar foi a convicção de que o programa de trainee pode me oferecer um excelente plano de carreira, no qual eu poderei ser reconhecido pelo meu trabalho e poderei crescer e influenciar pessoas, além disso, como a J&J é uma companhia multinacional, poderei ter oportunidades internacionais de carreira, o que constitui um dos meus grandes objetivos de vida.

Por fim, eu gostaria de ser lembrado, ao final de minha vida, como uma pessoa que influenciou positivamente outras pessoas, que amou ao próximo sem economia, que fez algo que, de alguma forma, melhorou a vida das pessoas e que ajudou as pessoas a extraírem o melhor delas mesmas.

Agradeço a oportunidade,

Guilherme