O que vi, ouvi e vivi em 2015

Todos os anos são, no fim, a soma de fatos positivos e negativos. Alguns pendem para um lado da balança, outros para o lado oposto.

2015, parece, pendeu para o lado positivo.

Afinal, escutei boas músicas pela nuvem premium do Spotify, no celular, notebook e desktop – uma das maravilhas deste tempo em que vivemos.

Também assisti a bons filmes no cinema, na televisão e na web – leia-se Netflix, outra maravilha deste século.

Li bons textos, principalmente nesta ferramenta. Menos do que gostaria, infelizmente, um cenário que se repete no quesito livros.

Naveguei bastante, por sites, apps e demais mares.

Viajei. Literalmente, dentro e, pela primeira vez, para fora do Brasil.

Um debut em grande estilo, na viva Buenos Aires. Uma cidade rica em sua arquitetura, beleza, língua e cultura, merecedora de linhas exclusivas.

Trabalhei.

Compartilhei, por mais um ano, momentos ao lado das pessoas e do cachorro da minha vida. Em (diferentes) casas e cidades.

E amei lindamente. Algo que não consigo explicar em palavras.

2015 foi, sim, um ano positivo.

Assim como será 2016.