Minha calmaria

Eu sou quente, ela é fria.
Eu era a rima, ela a poesia.
O desordenado e a maestria.
O que eu queria, ela queria.
Não planejava, apenas vivia.
Não contestava, apenas entendia.
Não aceitava, mas não discutia.
No fim ela sabia,
O quão bem eu a queria.
De um futuro bom, ela gostaria.
Trabalhava noite e dia.
Tempo ruim, não existia.
Com os problemas, não sofria.
Nasceu forte e com sabedoria.
Do sertão nordestino pra cidade sombria.
Mulher de fibra, não temia.
Encarou o destino que a contemplaria,
Com a vida abençoada de hoje em dia.
A presença dela te contagia.
Estar com ela, é só alegria.
Viver sem ela, não saberia.
Não preciso de data especial, para falar com euforia.
Pois você sabe, eu te amo, todos os dias.
São palavras, bem singelas, mas verdadeiras, tudo pra você, Dona Maria!
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