4 coisas que você deveria eliminar da sua vida para começar a se alimentar com comida de verdade.

Otimizando sua saúde com pequenos passos e conhecimento.

AVISO: este texto é mais profundo e relativamente longo que os anteriores. Busquei aprofundar um pouco no tema e usar alguns termos técnicos na tentativa de despertar o interesse pela saúde em você que está lendo. Não tinha como explicar cada assunto de forma superficial e completa. Esse texto é um convite para que você explore mais os assuntos abordados. Espero que vocês entendam. Boa leitura!


Aquela frase que diz “Você é o que você come”, é boa mas é incompleta. Na minha visão, somos o equilíbrio entre corpo, mente e alma. Então, a frase mais adequada seria “Você é o que você come, pensa e como se relaciona com o mundo.”

A mente é feita da informação que recebe. O corpo, da nutrição que recebe. A escolha da matéria prima é sua. A qualidade de suas escolhas determina sua qualidade de vida. Seja ela mental ou física.

Nada é proibido, mas faz sentido limitar e reduzir ao máximo o consumo daquilo que não é ideal. Quem quer ter uma saúde e uma vida excepcional deve fazer o melhor possível em cada escolha. E a única forma de fazer uma boa escolha é tendo conhecimento sobre o assunto.

Então vamos lá.

  1. Elimine tudo aquilo que é falso.

Quanto mais industrializado um alimento, menos natural ele é. A frase “Desembale menos e descasque mais” resume bem esse tópico. Se você ainda tem uma alimentação baseada na indústria esse é o passo mais desafiador a se dar.

Mas o que são ingredientes falsos? Basicamente todo tipo de aditivo que qualquer alimento industrializado possui como, por exemplo, corantes, realçadores de sabor, espessantes, sequestrantes, conservantes e por aí vai. Você já conhece a história. Segue a lista e alguns problemas relacionados ao consumo deles:

Realçadores de sabor: neste caso, temos dois tipos. O realçador de sabor doce e o salgado. O doce é o açúcar em suas diversas formas: açúcar refinado, frutose, açúcar invertido, aspartame, maltodextrina, adoçantes sintéticos, entre outros.

Já o salgado é o glutamato monossódico. Este é responsável por transformar um isopor (salgadinho Cheetos por exemplo) em algo comestível e viciante. A indústria, na tentativa de mascarar esse ingrediente, utiliza outros nomes como extrato de levedura, inosinato de sódio, proteína vegetal hidrolisada.

E como esses realçadores de sabor agem e afetam nossa saúde? Basicamente super estimulando as papilas gustativas e o sistema nervoso, modificando a percepção do alimento. Em 1970, uma pesquisa revelou que o glutamato mata células do cérebro.

Uma pessoa acostumada a consumir alimentos cheios de açúcar e realçadores de sabor tem dificuldade em encontrar prazer nos sabores menos estimulantes dos alimentos naturais. Alimento industrializado vicia, agride a bioquímica do corpo e torna bem mais difícil sensibilizar o paladar a ter prazer ao saborear comida de verdade. Por isso é tão importante, principalmente nos primeiros anos de vida, evitar alimentar crianças com comida industrializada. No futuro ela terá dificuldades em sentir prazer ao comer um prato de salada.

Alguns exemplos: snacks, macarrão instantâneo, caldos “Knorr”, enlatados, salsichas, embutidos, salgadinhos, molhos, nuggets, Sazón, além dos fast foods.

Corantes artificiais: são substâncias extraídas do petróleo, são como tintas, matérias não orgânicas que causam doenças como, câncer, intoxicação do corpo, dano aos órgãos e reações alérgicas.

O amarelo número 5 causa, por exemplo, hiperatividade e outros problemas de comportamentos nas crianças.

Já o vermelho número 3 foi reconhecido pelos pesquisadores como um carcinogênico de tireóide. Está presente em salsichas, cerejas em conservas, balas e doces diversos.

Por fim, o tão famoso corante caramelo, super comum nos refrigerantes e bebidas energéticas, é um carcinogênico feito a partir de uma mistura de açúcar, amônia e sulfitos. Aquecido em altas temperaturas ele forma substâncias (2 metilimidazole e o 4 metilimidazol) que são comprovadas indutoras do câncer. Além disso, estão relacionados à hiperatividade e problemas de coordenação motora.

No Brasil o problema é ainda mais grave. Segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), as leis que regulamentam a quantidade desse corante nos refrigerantes e energéticos são falhas e permitem uma quantidade muito maior do que o estipulado. Além disso, não há qualquer lei que obriga as empresas a colocar as informações desse corante nos produtos. A Coca-Cola brasileira possui 9x mais a substância 4 metilimidazole em sua composição em relação à composição dos EUA. Nos Estados Unidos, são permitidos até 4 microgramas por lata, já no Brasil são 297 microgramas.

Conservantes: alimentos que estragam rápido não são lucrativos. A gordura vegetal hidrogenada é uma forma de conservante pois, por ser uma gordura de plástico que não degrada e não apodrece, ela plastifica bolachas e biscoitos. Produtos feitos com gordura hidrogenada não interessam nem às bactérias.

O benzoato de sódio, presente em refrigerantes, sucos de frutas e molhos de salada aumentam a hiperatividade infantil e a perda de foco.

O nitrito de sódio, comum em embutidos e salsichas, está ligado a elevação de taxas de câncer de colo retal, do estômago e pancreático.

Sequestrantes: o nome em si é intuitivo mas o que ele sequestra afinal? Bom, no mínimo a sua saúde. O mais comum é o EDTA (ácido etilenodiamino tetra-acético), um químico criado a partir de um formaldeído, Cianeto de Sódio e Etilenodiamina.

Esse veneno é adicionado em diversos alimentos como os enlatados, embutidos, molhos de salada e refrigerantes para evitar a rancidez, a descoloração e a separação dos óleos e gorduras.

Alguns efeitos colaterais: asma, arritmia cardíaca, diabetes, hipoglicemia, problemas nos rins e epilepsia. Tranquilo né?

Dica: leia sempre os rótulos! Procure a lista de ingredientes, se informe e adquira conhecimento sobre o que você está consumindo. Só dessa forma poderemos escolher ser saudáveis e não vítimas da indústria.

2. Elimine a margarina e óleos vegetais.

Se você cozinha com qualquer tipo de óleo vegetal e consome margarina, sugiro fortemente que você os exclua imediatamente da sua vida.

Um ótimo artigo e cheio de referências sobre o assunto pode ser encontrado no site do Flávio Passos (este é o link). Nele, é possível entender todos os pontos que serão abordados abaixo de forma completa.

Para facilitar e resumir o entendimento, vamos diretos aos motivos do porque excluí-los da dieta:

  • São extremamente refinados e completamente ausente de nutrientes, ou seja, calorias vazias.
  • O consumo de óleos vegetais está relacionado a comportamentos violentos (fonte: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15736917).
  • Aumento do risco de doenças cardíacas. (fonte: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21118617)
  • Proporção correta entre ômega 3 e ômega 6. Em dietas saudáveis, estima-se que a proporção ômega 3: ômega 6 varia de 1:1 até 1:3. Porém, atualmente, essa proporção chega a 1:16. O estudo pode ser encontrado aqui.
  • Grande quantidade de radicais livres e outros compostos tóxicos devido ao processo de refinamento e, maior ainda, nas frituras.
  • O ácido linoléico (ômega 6) se acumula nas células e causa mudanças na estrutura dos tecidos com severas consequências para a saúde. O artigo apresenta seis estudos diferentes que comprovam este fato.
  • Aumenta a oxidação do LDL. O LDL oxidado é o que se acumula nas paredes das artérias e causam o entupimento das mesmas (pesquisa aqui).
  • Podem aumentar o risco de câncer. (fonte: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9264272)

Adendo: não se deixe enganar, óleo de Canola é a mesma coisa que qualquer óleo refinado. A sigla vem de Canadian Oil Low Acid. A flor dos rótulos é uma planta hibridizada chamada “Colza” com o objetivo de obter sementes com baixo teor de ácido erúcico, que causa sérios problemas ao coração. O estudo completo com ratos pode ser encontrado aqui.

Margarina ou gordura vegetal hidrogenada.

O que falar deste “alimento”? Não é possível nem chamá-lo de alimento. Sua estrutura molecular é extremamente parecida com a estrutura de um plástico.

De forma resumida, o óleo vegetal é submetido a altas temperaturas e pressão para gerar um creme semi sólido, cinzento e com odor desagradável. Depois são adicionados diversas substâncias como emulsificantes, corantes e aromatizantes para disfarçar o cheiro, a textura, a cor original e enganar os consumidores.

Faça o teste: abra um potinho de margarina e deixe 30 dias no quintal da sua casa e depois retorne. Este produto é tão ruim e maléfico à saúde que nenhum animal sequer chega perto dele. A natureza é sábia caro leitor!

3. Elimine ou reduza muito o consumo de açúcar.

Os problemas de obesidade nunca foram tão graves em todo o planeta. Cada vez mais, o número de pessoas que sofrem com esse “distúrbio alimentar” aumentam em todo o mundo.

Vamos relembrar aqui alguns problemas relacionados ao consumo de açúcar:

  1. Ganho de peso
  2. Desequilíbrio da insulina
  3. Aceleração do envelhecimento
  4. Cáries
  5. Diminuição da imunidade
  6. Estímulos de regiões cerebrais relacionadas ao vício
  7. Inflamações generalizadas
  8. Câncer
  9. Problemas cognitivos

Assustador, não? Acredito que precisamos buscar conhecimento sobre o assunto para evitar cair nessas armadilhas.

“Mas todo açúcar é igual?”

A resposta é não. Vejamos aqui o que, de fato, é um péssimo açúcar e quais são consumíveis com moderação.

> Péssimos açúcares (altamente glicêmicos)

Açúcar refinado: já perderam todos seus componentes como vitaminas, minerais e fitoquímicos. Além de vazio de nutrientes são conhecidos como antinutrientes. Ou seja, consomem nutrientes do corpo para serem metabolizados.

Frutose: um adoçante que é vendido como saudável pois o nome dá a entender que seja extraído de frutas e, portanto, saudável. Na verdade, muito pelo contrário. A frutose é derivada do xarope do milho transgênico e, diferentemente da glicose, não é utilizada pelas células e não tem papel importante no organismo.

A frutose é metabolizada primariamente no fígado e, em altas doses, o danificam da mesma forma que o álcool e outras toxinas. O consumo exagerado de frutose pode até desenvolver a doença hepática gordurosa não alcoólica. Além disso, a frutose é diretamente metabolizada em gordura corporal sendo imediatamente estocada na forma de tecido adiposo.

Além disso, existe um hormônio em nosso tubo digestivo responsável por regular a fome, a Grelina. A frutose inibe a ação dela e, resumidamente, a pessoa continua passando fome. Portanto, se ingerimos alguma bebida ou comida com frutose, sentiremos mais fome logo em seguida do que se não tivéssemos ingerido nada.

Na minha visão, a frutose é, talvez, o pior tipo de açúcar.

Xarope de Agave e xarope de milho: ambos são extremamente insalubres devido ao alto teor de frutose livre mas a Agave é ainda pior. O xarope de Agave pode chegar a até 90% de frutose livre! Evite-o a todo custo. O xarope de milho é um dos mais nocivos à saúde e, infelizmente, o mais utilizado pela indústria alimentícia por conta do seu baixo custo. (seria coincidência a alta produção de milho na agricultura?).

Adoçantes artificiais: são opções criadas pela indústria para driblar a questão do alto índice glicêmico e alto teor calórico do açúcar comum. Entre os mais conhecidos temos o aspartame, acesulfame, sucralose, ciclamato, sacarina, neotame e advantame.

Não há, ainda, como afirmar com 100% de certeza se os adoçantes são totalmente ruins à saúde ou inócuos pois os estudos são controversos. Porém, as pesquisas apontam que a sucralose e o aspartame afetam negativamente tanto a saúde da flora intestinal, quanto a cognição e obesidade. Além disso, o aspartame é a substância campeã de reclamações de problemas de saúde no FDA norte-americano (Food and Drug Administration).

> Açúcares de consumo moderado (índice glicêmico moderado)

Mel: mundialmente conhecido em diversas tradições como a chinesa, egípcia, indígena e indiana (ayurveda) pelas suas propriedades medicinais. Ele contém aminoácidos, minerais, vitaminas, enzimas e flavonoides antioxidantes. Porém, apesar de todos os benefícios, é altamente energético (fonte concentrada de açúcar e alto índice glicêmico) e deve ser consumido com moderação. Prefira um mel de boa qualidade, ou seja, o mel cru que não passou por nenhum tipo de processo de aquecimento e não perdeu suas qualidades.

Melado e açúcar mascavo: também possuem alto índice glicêmico e por isso devem ser consumidos com moderação. A vantagem é que possuem algumas vitaminas e minerais.

Açúcar de coco: dentre os açúcares de consumo moderado, este é a melhor opção. Seu índice glicêmico é mais baixo (35) e contém diversos minerais.

> Açúcares ideais (baixo ou nenhum índice glicêmico)

Stevia: basicamente possui zero calorias e tem estado na moda. A desvantagem é que possui um certo retrogosto levemente amargo que algumas pessoas consideram desagradável.

Polióis ou alcoóis de açúcar: ocorrem naturalmente em vegetais e suas estruturas moleculares são parecidas com a do açúcar e do álcool. Apesar do nome, esses açúcares não possuem nenhum efeito similar ao álcool.

Os exemplos são:

  • Xylitol: baixo índice glicêmico, 40% menos calorias que o açúcar comum, não afeta a insulina e ainda possui uma característica refrescante na boca.
  • Eritritol: índice glicêmico zero, apenas 6% das calorias do açúcar comum, não altera a insulina mas também possui um certo retrogosto.

Abaixo, uma tabela que mostra os níveis de doçura e índice glicêmico (GI) e calorias por grama de alguns açúcares:

Fonte: https://flaviopassos.com/2016/07/16/adoce-mas-nao-adoeca/

Uma pequena coletânea de leituras para nos lembrar dos malefícios do açúcar:

“Não existe um bom açúcar. Existe a boa escolha de comer menos açúcar.” — Flávio Passos.

4. Reduza os cereais, principalmente o glúten.

Do pior para o melhor: trigo, milho, centeio, cevada, painço, aveia, trigo sarraceno, e quinoa.

Os 3 últimos podem fazer parte de uma dieta saudável, com moderação. Já trigo e milho são os que trazem o maior índice de problemas relacionados à intolerâncias individuais, cujos sintomas custam caro para a Saúde.

E ai, há grandes chances de você ter encontrado e conversado com pessoas que dizem coisas como:

“Glúten não faz mal. Jesus já comia e compartilhava pão naquela época. Ninguém morreu por isso.”

De fato, o pão carrega um simbolismo religioso muito forte e acredito que por isso as pessoas sejam tão relutantes em retirá-lo da dieta. Mas outra coisa também é fato: o pão de antigamente não é o mesmo pão de hoje (sugestão de leitura: Barriga de Trigo — William Davis). Acredita-se que a concentração de glúten no pão aumentou 400% nos últimos anos.

Fonte: https://intensivedietarymanagement.com/wheat-how-to-lose-weight/

Além de o trigo não ser o mesmo, um estudo de 2008 mostra como os nutrientes do trigo geneticamente modificado de hoje caíram drasticamente em comparação ao trigo antigo de 160 anos atrás. A linha vermelha representa a introdução do “trigo anão” no mercado. Observe a queda brusca na concentração de nutrientes. Além disso, a própria estrutura química do glúten não é a mesma por conta das diversas modificações genéticas.

“Glúten só é problema para quem tem a doença celíaca.”

A sensibilidade ao glúten varia de acordo com cada indivíduo e existe um amplo espectro de possibilidades e sintomas. Em um extremo temos os celíacos que são incapazes de processar mínimas quantidades de glúten. No outro extremo, temos indivíduos que não apresentem problemas com ele. Porém, nesse meio termo é onde se concentram a maioria das pessoas e onde se encontram as individualidades e intolerâncias de cada um.

Nem todo mundo é intolerante ao trigo, mas estatisticamente as chances de que você seja, são altas. Um dos maiores problemas com a intolerância ao glúten é a sua incidência. Cerca de 75% das pessoas intolerantes não demonstram qualquer sintoma aparente mas que pode, com o tempo e o consumo frequente, vir a se tornar uma doença autoimune, um dano permanente no sistema nervoso e até um câncer intestinal.

Alguns sintomas relacionados ao consumo de glúten:

  1. Perda ou ganho de peso crônico
  2. Deficiências nutricionais devido à má absorção de nutrientes
  3. Problemas gastrointestinais
  4. Gordura nas fezes
  5. Dores nas articulações
  6. Depressão
  7. Enxaqueca
  8. Dermatites diversas
  9. Irritabilidade e mudanças de comportamento
  10. Infertilidade e irregularidade no ciclo menstrual
  11. Confusão mental
  12. Dificuldade de foco e atenção
  13. Acúmulo de gordura na região abdominal
  14. Sensação de mal estar

Por fim, outro grande problema relacionado ao glúten é o prejuízo na absorção de nutrientes no tubo digestivo. Do latim, glúten significa cola e ele cria uma barreira/película nas microvilosidades do tubo digestivo impedindo uma absorção eficiente dos nutrientes. Uma deficiência comum, por exemplo, é a deficiência de ferro.

Depois disso, faça o teste você mesmo. Elimine completamente o glúten por um período de 2 a 6 semanas e veja os sintomas desaparecerem. Algumas pessoas e programas que podem te inspirar a seguir esses desafios são: Desafio Whole30, desafio dos 30 dias Dr. Barakat e Desafio Emagrecer de Vez do Rodrigo Polesso para citar alguns exemplos.

Para finalizar, deixo aqui algumas sugestões de leitura e de pessoas para seguir.

Artigos:

O Glúten nosso de cada dia — Flávio Passos

O pão que Jesus comia não é o mesmo que você come — Dr. Victor Sorrentino

Aspartame: o doce veneno. — Dr. Victor Sorrentino

Adoce mas não adoeça. — Flávio Passos

O perigo oculto dos óleos vegetais. — Rodrigo Polesso

Livros:

A dieta da mente — Dr. David Perlmutter

Barriga de Trigo — William Davis

Saúde Total — William Davis

Pessoas:

Flávio Passos

Dr. Victor Sorrentino

Dr. Barakat

Luciano Bruno

Bruno Cavicchio

OBSERVAÇÃO: todas as informações, pesquisas e referências acima foram extraídas de artigos científicos, de anotações de cursos que fiz e dos blogs dos profissionais citados acima.

Obrigado por ter lido até aqui. Agradeço por ter se permitido ler sobre um tema que é de fundamental importância para todos nós.

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Muito obrigado e até o próximo texto!

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