As empresas devem (e já estão mudando) o seu jeito de pensar

Freepik

As pessoas acabam usando a tecnologia para um mar de infinidades. Pode ser desde se relacionar com amigos que estão longe de uma forma mais rápida como para buscar novos conhecimentos. Também costumam fazer a compra de produtos ou serviços que antes teria de ser feito através de uma maneira mais fechada e hoje se vê cada vez mais frequente a flexibilização que possibilitada pela internet foi se aprimorando e se adequando para cada tipo de pessoa.

Com as empresas hoje não seriam muito diferentes. Para oferecer um serviço mais intuitivo e amigável para os seus clientes diversas marcas têm usado de ferramentas que possibilitam uma maior precisão do seu público como também cria uma maior visibilidade que marca tem não só com seu público, mas também com o círculo de indivíduos que ele traz consigo.

Marcas famosas como a Coca-Cola e a Vivo vem usando esse tipo de estratégia para conseguir manter na memória das pessoas a sua marca como também (mesmo que as vezes não pareça) se auto promover. A cada like, cada visualização que uma empresa tem no meio digital não é só um número dentre vários outros. São pessoas que tiveram um contato inicial com a marca e por algum estimulo familiar ao seu convívio social acabou se criando um laço de afetividade com a marca. Podemos colocar nessa ideia a parceria da Vivo e alguns influenciadores digitais como o Cellbit e o Japa.

Comercial Vivo

Porém devemos falar que essa moeda tem dois lados. Sim, do mesmo modo que uma marca pode se beneficiar com o uso desses novos recursos tecnológicos ela também pode criar uma imagem negativa para a ela como por exemplo a campanha contra acidentes de trânsito dos ministérios dos Transportes, Justiça, Saúde, Cidades e da Casa Civil “Gente boa também mata”.

Só que em meios de comunicação onde se tem uma resposta muita rápida sobre tudo fica claro que também pode se criar o efeito reverso como o caso que aconteceu com uma empresa brasileira de bebidas chamada Pitú que recentemente foi criticada por um influenciador digital que questionou sobre a qualidade da bebida ao que prontamente foi esclarecido pela própria marca acabando por aumentar sua afetividade com seu público. Através de uma crítica a empresa souber usar isso ao seu favor e fazer disso uma propaganda positiva para o seu produto.

Cada vez mais as empresas precisam conhecer e se adequar a esse novo tipo de mercado, acompanhado tendências mercadológicas e tecnológicas para aprimorar seu conhecimento e fazer um bom uso delas. As pessoas esperam que a empresa se posicione sobre seus produtos e serviços, mas que saibam ouvir seu público. Afinal de contas, um bom cliente a pagina volta.