Achei bem legal o assunto mas senti falta de embasamento, como por exemplo: “A orientação a objetos…
Marabesi
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Bem, não me estendi em orientação a objetos porque deixei o link referenciando outro artigo que escrevi com os embasamentos específicos sobre orientação a objetos e a definição de Alan Kay.
Quanto à lógica de programação, o currículo contido nos materiais brasileiros é que não possui embasamento ou referência sequer similar ao que encontramos nos materiais estrangeiros, e não é um termo reconhecido como um modelo lógico, além de ser tão amplo que considerá-lo seria afrontar os anos de pesquisa nas outras dezenas de paradigmas. Sobre a lógica universal, me refiro aos programas de múltiplos paradigmas, não somente os estruturados, nisso eles são bem específicos e intermapeáveis. A universalidade a que me refiro é justamente chamar lógica de programação algo que seria completamente inútil em Agda ou Prolog (a não ser que desconsiderem como programação, o que seria de uma desonestidade intelectual sem tamanho). Sou a favor do ensino da programação imperativa também nas universidades, mas não da sua apresentação como modelo único de programação e da disseminação falaciosa de que “se tu aprende uma linguagem, aprende todas porque é a mesma lógica”.

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