As coisas dão um pouco mais certo quando planejamos elas.

Durante a nossa breve existência nesse planeta é óbvio que sonhamos, fazemos planos, temos vontades e desejos diários. Quando nos damos conta de que gostamos muito de alguém ou de alguma coisa a tendência é criar planos e imaginar milhões de coisas que colocam um sorriso em nosso rosto. Planos, esses, que permeiam as ideias de nossa cabeça, embaralhando mais ainda o que já estava difícil de entender. Nossa passagem aqui é regrada pela imprevisibilidade do tempo. Somos sujeitos a isso, quer queiramos ou não. As coisas só acontecem um pouco melhor quando as planejamos e é aí que está a graça de viver: o que não pode ser controlado e compreendido. A vida faz questão de mostrar que algumas rosas tem espinho. A constante mudança que enfrentamos é para nos dizer que somos vivos, podendo realizar o que desejarmos com a medida certa de esforço, ganância e motivação. O reecomeço soa assustador para alguns, mas para outros soa como uma aventura indispensável, assim como a noite é o lar dos poetas, e assim como a poesia é o lar da melancolia.

Encaro os planos como a fome: você precisa sacia-la, mas não importa o quanto você coma, quando o tempo passar tudo vai voltar a ser como era.