Quando Sol encontra Plutão

Disseram-me que a vida é pra se viver
Meu bem, eu nasci para destruir
E quando eu definir o que
Aí de quem me impedir!

Tanto poder assusta os que são como eu
Não assumimos, nos calamos
Tememos os erros possíveis
É o muro que protege nossa potência de nós mesmos

As trevas são minhas velhas amigas
Enxergo melhor na escuridão da alma
Que sob a luz de um sorriso
Isso não é normal, felizmente!

Só os plutonianos sabem o que é o nosso pensar
Nossa síndrome da perplexidade humana
Nosso prazer ao falar do péssimo, o alimento dos fins
Nosso sorriso maléfico e doce.

Somos a eterna Lua Negra
Somos a expressão do desconhecido
Comovidos ficamos com o intenso
Decepcionados ficamos com a constância

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