Bel Pesce e o empreendedorismo de palco: porque a Menina do Vale não vale tanto assim
Izzy Nobre
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Que vergonha estou sentindo cara, quando comecei a trabalhar numa grande empresa aqui do Brasil ouvi falar pela primeira vez dela, já achei o tom dela meio arrogante, mas segurei a onda, pensei comigo mesmo, isso é implicância porque ela é só um pouco mais velha que eu e já venceu na vida enquanto eu sou um Zé Roela, não segui e nem li nada que ela escreveu, meio ainda na antipatia mesmo, até que uns 2 meses atrás me interessei em mandar um projeto para esse tal de Bedream.com, mandei e encaminhei para meus familiares votarem (daí a vergonha, todo mundo acha que sou adepto da filosofia Bel Pesceana), não deu certo, mas ainda bem que o projeto não era grande coisa mesmo, embora ainda queira concluí-lo, aí vi uma entrevista dela e fiquei com a pulga atrás da orelha quando ela disse que foi lá nos EUA e venceu, fez e aconteceu por lá e voltou para o Brasil para tocar os projetos aqui, pensei comigo, é a mesma coisa do Neymar voltar aqui para o Brasil dizendo que os melhores jogadores estão por aqui, daí veio essa história do Zebeléo, realmente é o que houvi numa aula esses dias, o empreendedorismo está se transformando numa espécie de religião ou seita e a Bel é uma das sacerdotisas. Realmente muito obrigado pelo texto, não vou acreditar cegamente em você mas me proporcionou uma outra visão sobre esta pessoa.

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