Blogs do milênio passado: uma vida escrevendo na internet
Gabriela Ventura
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Minha relação com o escrever na internet tem tantas facetas e necessidades que já nem sei bem ao certo como sintetizar. A louca aqui, escreve coisas esdrúxulas e sem qualquer noção. Não tenho pudores de errar ortografia, concordâncias. O que quero é de algum modo organizar meus pensamentos sobre algo. Expurgar os demônios que me atentam sobre assuntos vários, uma miscelânea inútil para o outro, mas para mim, que tenho a memória lamentavelmente fulgaz, serve para preservar algo de mim e de como eu sou tola em fazer desse meio um diário esporádico. Não escrevo pensando nos likes, mas já desejei. O fato é que gosto de escrever qualquer merda mesmo. Agora só imaginem o que deixo de escrever porque passa pela minha mente, mas é tão rápido que acabo esquecendo para sorte de quem por infelicidade me tem em sua time line kkkkkkkkkkkkk Meu blog tem minha visita quase anualmente, a última que fiz foi em maio e só lembrei dele hoje ao ler esse texto. No grupo de filme que criei para não esquecer (e acabo esquecendo) os filmes que assisti e gostei, porém, de vez em quando falo sobre o que detestei também. Lá eu escrevo algo longe de ser resenha ou qualquer outro tipo de escrita tipificada. Eu só escrevo e isso para mim é bãoooooooo, então enquanto tiver vontade e tesão, vou escrever. E só esclarecendo, gosto dos textõessssssssssss, isso é um filtro sem igual minha gentennnnnnn, pois além de ler o que eu escrevi, tem de ler o texto que anexei kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, quase sempre as pessoas morrem na segunda frase, portanto, acredito que haja “intimidade” dada a minha invisibilidade por prolixidade (se é que existe essa palavra), nessa ERA MONOSSILÁBICA E FIGURATIVA. Rsrsrsrs.

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