O dia que eu escrevi

Quando se convive como escritores, o mais natural é querer escrever.

Não é nada de muito impressionante ou novo pra mim, quem nunca teve um blog? ou um tumblr? ou escreveu diarios e mais diarios de textos cheios de sentimentos e todas as essas coisas?

A novidade é o foco da escrita.

Recentemente eu conheci o mundo das pessoas que escrevem sobre si mesmas mas não exatamente sobre seus sentimentos, sem dramas emocionais por aqui, mas sim sobre suas situações, as engraçadas mais especificamente.

A desgraça alheia é o que move a nação desde os seus primórdios, e sendo eu uma pessoa onde a vida pode ser resumida como um “presepada” acho que material é o que não falta.

Não que eu tenha algum talento com as palavras, nem fudendo, meu professor de português, o professor que corrigiu minha redação do enem e todas as pessoas que eu ja me declarei sabem bem disso, mas como diz o ditado: não custa tentar.

Então cá estou eu, com o possível ano mais corrido da minha vida começando, o famoso ultimo ano da escola, aquele momento da vida em que você com quase toda certeza não esta pronto ainda, mas mesmo assim, jogam a vida adulta na sua cara, jogam todas as decisões difíceis nas suas mãos e te dão um diplominha de ensino médio como premio de consolação.

Enfim, isso aqui é tipo um preludio, o prefacio do livro, é aquele post que daqui uns anos eu vou reler e sentir vergonha por ter escrito, porque é o que a gente faz com as coisas antigas que escrevemos, então, como eu não sei terminar nada que eu começo, esse é o fim do texto. Tchau