Carrego um humanitarismo que me machuca igual arame farpado, rasga o meu peito saber que o mundo continuará sendo o caos que é até o dia que eu deixar de existir nele. Gostaria de que ele se tornasse um lugar contrário da ganância, do ego e da política. Quero que os meus filhos cresçam, felizes...e livres! E que esperem do dia, algo além do horário da novela.

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