Quem precisa de muito para viver é emocionalmente pobre

Não assisto mais televisão, mas essa entrevista é sensacional com Augusto Cury, um cara incrível que eu conheci depois que comecei a pesquisar artigos para acelerar meu auto conhecimento, após minha separação(momento difícil há um ano). Depois de ler um livro seu(Nunca Desista de Seus Sonhos) intensifiquei as buscas nos assuntos que ele sempre expõe para nós.

Uma coisa me chamou atenção nessa reportagem, e me identifiquei muito nesse momento de vida:

Cury, foi afastado da universidade em que cursava medicina, por conta de uma depressão, e ele fala que aproveitou o momento para mergulhar no autoconhecimento.

Cury também confidenciou na entrevista, que sofre de hipersensibilidade, condição capaz de causar dores e angústias e, começou a escrever como uma forma de tranquilizar tais sensações.

Outro ponto interessante, que já havia lido bastante a respeito, foi na necessidade das pessoas em ser feliz nas coisas materiais, no consumismo, na riqueza, não se contentam com o pouco, presentes, viagens caras, e por ai vai. Cury, como bom entendedor e estudioso da mente humana recomenda que os pais não deem muitos presentes para seus filhos, porque podem viciar o córtex cerebral a necessitar cada vez mais de eventos para sentir pequenas experiências de contentamento.

Concluo com isso 3 pontos principais:

1 — É no silêncio, na leitura, na sabedoria e na persistência que nossa mente consegue nos tirar de uma situação difícil. Tudo através do autoconhecimento, quanto mais você se entender(mergulhando no seu profundo EU) mais vai saber preparar sua mente para superar momentos de dificuldades e aproveitar a prosperidade. E para isso amigo, você precisa desligar a televisão, SE DESLIGAR D AVIDA ALHEIA, DESLIGAR o celular, buscar momentos só com você.

2 — Eu descobri que faço parte dos humanos hipersensíveis. Sinto fácil quando as pessoas que me aproximo tem boas energias, ou não. Me emociono fácil, vejo uma situação problemática antes de acontecer e me sinto feliz com coisas singelas, como uma pisada na areia da praia, uma oportunidade de plantar uma mudinha no jardim, ou o sorriso da minha filha quando brinco com ela.

3 — E por último a importância de não ficar sempre levando presentes para nossos filhos, não que eu não possa dar, mas com uma certa cautela.

Para entender mais só ler a reportagem, recomendo muito a todos os pais (ou não) que LEIAM E REFLITAM!

Aqui a matéria completa: https://awebic.com/humor/augusto-cury/

E não vem com “negócio de não tem tempo” não, que em 30 minutinhos você ler e assiste.

Abraços e obrigado por ter me visitado aqui :)

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