Processos de apuração, produção e edição no jornalismo digital

Yuri Almeida


Desafios e oportunidades
Ser: o papel do jornalismo na sociedade em rede;
Produzir: domínio de técnicas, conhecimento e tecnologias para a produção de conteúdo;
Relacionar: escrever com o público e não para o público.
O que é ser jornalista?
SER
O contexto histórico, social, cultural e econômico para a atuação dos profissionais;
O estatuto do jornalista diante das novas TIC’s;
Processos de convergência e polivalência jornalística.

A web como fonte para apuração


PRODUZIR
Na sociedade contemporânea, as tecnologias são elementos fundamentais na reconfiguração do jornalismo. As novas ferramentas e recursos demandam novas técnicas jornalísticas, que consequentemente, resultam em novos formatos e arquiteturas para as narrativas.
Narrativas verticais tornaram-se mais frequentes após a experiência do New York Times.
Qual é a melhor forma de se contar uma história?

É preciso pensar no fluxo da narrativa: velocidade, densidade e colaboração
A ideia do continuum multimídia, a colaboração e as bases de dados são componentes importantes para se pensar a produção jornalística. Ainda que a Web seja o ambiente da convergência, os dispositivos móveis despontam como um vetor essencial para a produção, edição, distribuição, circulação e recirculação da informação.
Monitoramento das mídias sociais | Mapas como interface
Escritas coletivas e o gatewacthing
Aplicativos são desenvolvidos para os dispositivos móveis.
Segunda tela coloca em pauta a transmidiação do jornalismo.
Base de dados orienta o “ver, navegar e buscar” (Manovich, 2001)
Transformas tabelas complexas
Em narrativas dinâmicas
A colaboração é a oportunidade de ser fazer um jornalismo ainda melhor, afinal o jornalismo, em essência é colaborativo. Desse modo, nada melhor do que possibilitar aos usuários/leitores níveis de participação.

Em cada nível de participação é preciso pensar em mediações específicas para cada ação

RELACIONAR

Os jornais não devem esperar os cidadãos baterem na porta das redações, mas sim criar ambientes de conversação e colaboração.

Mediação precisa ser mais diálogica do que conectiva.

Singer (2005) diz que, diante da nova realidade do Jornalismo Colaborativo a própria função e característica do gatekeeper é reconfigurada, cabendo ao jornalista a tarefa de controlar a qualidade do noticiário.

Singer (2013) argumenta que em ambientes digitais, os usuários tornaram-se secondary gatekeepers do conteúdo publicado nos sites jornalísticos. Neste processo, os usuários atuam na recirculação das notícias, a partir das percepções individuais do valor e da qualidade dos produtos jornalísticos.

Usuários atuam na filtragem do conteúdo

Com o secondary gatekeeping, as notícias ignoradas ou subvalorizadas pelos editores na capa do jornal, por exemplo, podem ganhar relevância e visibilidade a partir do compartilhamento dos leitores,


If it doesnt spread, it’s dead (Henry Jenkins et al, 2013)

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