Sobre cinema e o que mais tem ali no meio
27 AGO 2017 — Após anos indo contra, finalmente me rendi ao Jornalismo. Um sonho adolescente, há muito enterrado, veio à tona esse ano e então eu decidi segui-lo.
“Pois bem”, pensei após a decisão, “agora não tem como fugir, devo começar a escrever alguma coisa”. Antes que fique mal entendido, eu não sou um estudante de Jornalismo que não escreve normalmente. Escrevo até bastante, mas sobre “coisas da minha vida”, não me dedico a um assunto específico. No meu Tumblr, “Azarão”, falo bastante sobre mim, sobre minhas aflições no momento e sobre meus interesses, mas nunca achei que recortes da minha vida serviriam muito bem como portfólio — e é aí que entra esse perfil no Medium.
Decidi me arriscar e me comprometer a escrever um pouco mais, sobre algo que me interessasse. Aí complicou um pouco, porque muita coisa me interessa, mas então o caminho mais fácil a ser percorrido foi o que sempre esteve na minha vida: o cinema.
Não só o cinema, mas formas arte e entretenimento sempre foram muito importante para mim. Só que o cinema, embora eu não esteja nem perto de alguns cinéfilos por aí, sempre foi algo que esteve muito perto do meu coração, então foi uma escolha óbvia começar a escrever sobre isso. Sendo assim, é o que farei.
Começo com um comentário pessoal (não é uma crítica, acredito; eu não tenho habilidades para tal) de Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano, que estreou semana passada em cinemas selecionados do Brasil; e uma notícia-meio-comentada sobre a ponderação que o James Cameron, diretor de Titanic (1997) e Avatar (2009), fez sobre o filme de Patty Jenkins, Mulher-Maravilha (2017). Em seguida, tentarei explicar um pouco sobre todas as notícias que saíram essa semana sobre os planos da DC Comics para o cinema. Mais adiante? Bom, aí é como dizem, “o futuro a Deus pertence”.
Esse post nada mais é do que uma introdução a essa tentativa — o cinema vem logo em seguida. Antes disso, gostaria de lembrá-los que isso é uma tentativa, sujeita a erros e acertos. Não sou nenhum especialista em cinema — muito longe disso — , mas acredito ter uma certa visão construída por esses anos de paixão pela sétima arte. Sejam pacientes e, principalmente, piedosos. Quem sabe, um dia, passo a escrever bem, não?
