Como impulsionar suas vendas no e-commerce

Tendências de consumo online que sua empresa precisa aderir

Clientes pesquisam muito antes de comprar e sabem exatamente o que procuram. Também levam muito mais em consideração o feedback de um amigo que já comprou o produto ou serviço do que os comerciais de televisão. Essa tendência, publicada pela trendwatching.com, se chama “F-Factor”, com o “F” de amigos, fãs e seguidores — Friends, fans, followers.O trendwatching.com sugere aos consumidores que se baseiam sempre em conselhos de amigos, parentes e companheiros, tendo como aliado a tecnologia moderna para acelerar a utilização de redes sociais como influenciador nas decisões de compra.

De acordo com a pesquisa, o F-Factor é dominado pelo Facebook, revelando que em abril de 2011 cerca de 500 milhões de usuários ativos gastaram mais de 700 bilhões de minutos por mês na rede social, com mais de 250 milhões de pessoas conectadas através de sites externos.

Com base nesse cenário, indicamos quais as tendências de consumo que sua empresa precisa aderir para obter performance econômica e de branding. Confira nos tópicos abaixo:

  • Testemunhais transmitem até 92% (segundo relatório da Nielsen — empresa especializada em pesquisa de consumo) mais confiabilidade do que outras formas de publicidade. Isso porque o consumidor é o principal formador de opinião — Como apresentamos à importância acima. Vale usar feedbacks, relatos de experiências com produtos e serviços, além de opiniões de influenciadores digitais do segmento.
  • Site responsivo, formatado para consumo mobile, Inclusive, vale investir em aplicativos de e-commerce. O Google tem um algoritmo que prioriza sites mobile-friendly em resultados de busca , o que torna ainda mais prioritário que o site seja adaptado para smartphones e tablets. Pela praticidade, o consumidor, cada vez mais, migra do computador para o mobile e captar a atenção dele diante das inúmeras notificações de mídias sociais é tarefa que exige estratégia.

Futuramente, formas de pagamento diversificadas para o ambiente mobile também farão com que as pessoas migrem consideravelmente de plataforma e passem a consumir produtos e serviços em maior quantidade através dos aparelhos “de mão”.

  • As redes são cada vez mais segmentadas. No Facebook vemos grupos sociais de mulheres cacheadas, praticantes de low e no-poo, degustadores de vinhos e cervejas artesanais, até de corredores e praticantes de outras atividades físicas. Todos nichos construídos estrategicamente.

Apesar da complexidade que a segmentação traz, ela gera novas oportunidades de negócios com o consumidor online. Imagine que você é proprietário de uma adega, você pode entrar para o grupo de apreciadores de vinhos, apresentar seu novo produto e oferecer um cupom de desconto para os membros realizarem a primeira compra e assim terem a primeira experiência física com sua empresa. Chamamos isso de Business Intelligence.

  • Content marketing é uma das melhores formas de ganhar a confiança do mercado e captar novos leads para o seu negócio. A produção de conteúdo que transmite conteúdo relevante para o cliente faz com que ele veja sua marca como amistosa e dedicada à área.

Exemplos de como aderir ao content marketing: blog institucional com conteúdo blogger. Se sua empresa é da área contábil, por exemplo, você pode trabalhar pautas como: mercado econômico, dicas de investimento financeiro, câmbio, declaração de imposto de renda, entre outros. Usar a audiência dos digital influencers (influenciadores digitais, Instagramer’s, YouTuber’s, etc) das áreas de interesse para pulverizar sua mensagem também soma pontos.

  • Acreditamos que sua marca já esteja presente nas mídias sociais de interesse, mas será que a comunicação utilizada está sendo condizente com o que seu cliente deseja receber no ambiente on-line? Percebemos que muitas empresas pecam (vamos dizer assim) ao não compreenderem bem qual o tipo de linguagem que o lead se identifica e interage.

Por exemplo, se sua marca é descolada, não adianta usar a comunicação toda formal no digital porque não condiz com o público. Assim acontece com o contrário também: se sua empresa vende serviços formais, não é certo ter uma comunicação toda pautada em memes. Vídeos e imagens que contam histórias engajam muito mais que textos escritos e publicados sem apoio. Veja como trabalham as grandes marcas: Itaú, Netflix e Magazine Luiza: produção de vídeo storytelling a todo vapor. Se você, por enquanto, não tem budjet para grandes produções, não se intimide. Comece produzindo vídeos que exigem menos edição, usufrua de fotografias criativas e de personalidade.

Poderíamos enumerar outros tópicos, no entanto, com essas informações associadas ao trabalho de inteligência de dados, é possível prever mudanças de hábito do consumidor e ter uma estratégia pró-ativa no mercado.

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