Hollywood, nazismo e armas de guerra

A consolidação do Império Americano dependeu e depende mais de Hollywood do que do Pentágono

Em seu blogue Imagens amadas, o crítico de cinema João Batista de Brito faz uma excelente resenha do livro “A colaboração” (São Paulo: Ed. Leya, 2014), de autoria do crítico e escritor Ben Urwand, recém-lançado no Brasil.

A obra trata das relações perigosas e promíscuas entre a indústria cinematográfica de Hollywood e o III Reich nazista.

Está neste endereço:

https://imagensamadas.com/2016/12/06/hollywood-classica-e-o-nazismo/#comment-1633

Em comentário à postagem de João Batista, escrevi:

Sempre pensei que a maior arma do Império Americano não estava no Pentágono, mas em Hollywood, responsável por levar a cultura, os valores, o “way of live” ianques aos quatro cantos do mundo, de uma forma avassaladora. Colonialismo cultural dos mais eficazes — pois que movido a afetividades — moldou sentimentos de admiração, medo, imitação, simpatia, dependência. A bomba A destroçou Hiroshima e Nagasaki. O cinema capturou o Japão moderno, sem disparar um tiro.

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