Karma

Uma coisa, há em comum em todos nós humanos, é o desejo inócuo de pertencer a este mundo e ter de certa forma uma parte presente nele.

Eu também achei confuso o que eu acabei de escrever mas á verdade é esta, queremos ser importantes para o cosmos. A minha história se desenrola nesse meio, sempre curioso pelo que vem adiante.

Eu passei pelo menos os últimos 5 anos da minha vida nessa máxima, descobrir quem sou eu e para qual parte deste mundo sou essencial.

Eu venho bebendo de várias fontes e provando diferentes sabores, em uma espécie de laboratório próprio em busca de encontrar aquela sensação de preenchimento quase divino de se fazer o que se veio fazer.

Não estou dizendo que é o caminho certo, é apenas o meu caminho, o caminho certo não existe se ele não for o seu próprio caminho.

A regra é, não ter regras, vou vivendo em busca de entregar o melhor de mim, em pequenos estágios empíricos, ao menor sinal, então pulo, próxima, quero ver algo novo, quero somente o que realmente brilhe meus olhos.

As melhores receitas podem dizer que o dinheiro é o segredo do sucesso. Qual sucesso ?

Quanto menos eu foco em algo, mais eu enxergo isso.

Isso se tornou o meu mantra, ir contra os padrões convencionais, de tudo.

Gosto de Darwin pelo seu pensamento crítico, o que me empurra cada vez mais a buscar aquilo que eu acredito, ir atrás daquilo que eu me destino a ser, quebrar as regras, fazer as minhas próprias regras, desenhar a minha própria paisagem do futuro que eu acredito e quero ver.

Não é algo simples, o sistema mantido pelo consumo chama atenção e ofusca nossos olhos frente a realidade. Hoje eu me vejo como um artista que experimenta sem regras a vida, na busca de construir minha linha do tempo com mais legado, e regras, não tem nada a ver com limites, regras são convenções, limites são divisões.

Eu me coloco como instrumento pra tentar enxergar através da emoção que imprimo aqui, em gestos pictóricos, um pouco do que sou e de como minha alma percebe, se manifesta e exterioriza essa realidade.

De qual trem da vida exatamente eu desci, para estar exatamente no lugar que estou. E você?

Eu vou pra onde eu disser que vou, se eu quiser eu posso ficar também, mas eu escolho ir.

A vida Não se trata de um jogo de dados, onde a sorte é o protagonista, se trata de você ser o protagonista para poder jogar os dados

Essa busca é o que eu posso chamar de a procura da minha felicidade. Eu procuro sair o mais rápido possível do lugar onde não me sinto bem, e isso, é um exercício diário para manter meu coração acesso, no meio do caminho você acaba aprendendo a usar as ferramentas certas para resolver as equações e conseguir ver com lupa as engrenagens para manutenção da vida.

A criatividade mantém meus olhos abertos pois o conceito dela justamente é esse, de olhar diferente,perceber com outros olhos. Isso tem tudo a ver com o meu mantra de quebrar as regras e ir contra a corrente. Eu não estou me revoltando nem batendo de frente, só estou pegando um caminho alternativo buscando um oceano azul e não uma praia de chinês.

Existe vários caminhos para a felicidade, mas o nosso caminho, jamais terá sido trilhado por outro alguém. O caminho sempre é único e desbravado somente por aquele que se abre a as incertezas daquelas escolhas.

Na minha completa ignorância, a ótima explicação que tenho para que eu não fique louco é que somos apenas viajantes desse mundo com um pacote pra entregar na mão, pois caso contrario eu já teria convalescido.

Não adiantaria, pois vou ter que viajar denovo, e carregar um pacote ainda mais pesado. O que me restaria somente, era esperar o próximo trem passar e embarcar de novo.

Eu acredito que a minha vida presente na terra tem um propósito único. Eu não quero desperdiçar mais nem um minuto vivendo uma vida que não é minha, andando em caminhos que já foram abertos, provavelmente, vários deles até me levaria ao sucesso, mas nenhum a a minha busca pela felicidade.

Esteja certo disso, a felicidade não é desse mundo. O que temos são espasmos dela, brilhos quase transparentes, que se não cultivados, são drenados em vidas sem propósito e flashs de alegrias e pedaços de sorrisos em quadros.

Somos humanos escravos, viciados em felicidade sintética, consumidores irresponsáveis e inconsequentes, não estou apontando o dedo, é a condição da maioria, caminhantes bêbados, mergulhados em plástico e pixel com roteiro e guia, transeuntes dos caminhos alheios e felicidade dos outros.

Humanos sedentos, entorpecidos pelos passatempos terrenos e nessa roda de camundongo você roda, somos seres em busca de ‘’ser’’ humanos, ainda não somos. Só será humano quando assumir de fato o seu papel e contribuir para o todo, e só assim você será verdadeiramente recompensado e o traço da alegria vai pintar no seu horizonte trazendo uma vida abundante e repleta de gratidão.

Qual o seu lugar no mundo?

Qual o seu Karma?

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