Experiências internacionais marcam trajetória da Coordenadora da Global Jr.

por Frederico Engel

Marlise Alves Silva, professora do curso de Relações Internacionais da ESPM-Sul, se tornou parte integrante da coordenação da Global Jr. no início do ano de 2016, onde encontrou um grande desafio pessoal e profissional. “As principais dificuldades como uma coordenadora de uma empresa júnior é manter e criar iniciativa e proatividade nos alunos (consultores). Eu tive dificuldades de adaptação no início, já que não sabia quanto de espaço eu tinha de dar a eles, mas ao longo do tempo fui compreendendo melhor o meu papel como coordenadora. Eu precisava orientá-los e acompanhá-los nos seus trabalhos, talvez fornecendo outros caminhos para atingir um resultado, mas também conceder a eles liberdade para desenvolverem seus projetos”, ressalta Marlise. Ela também cobra a forma como o cliente é tratado pela Global: “A qualidade do trabalho que entregamos para o cliente tem de ser alta, com boa gramática e tendo cuidados com as informações que estamos fornecendo aos contratantes”, acrescenta. O seu envolvimento com a área acadêmica teve início em 2005, quando Marlise passou a lecionar a disciplina de comércio exterior na Faculdade Dom Bosco, posteriormente também lecionando administração de marketing na mesma instituição. Mas foi em outubro de 2008 que Marlise iniciou sua carreira na ESPM-Sul, assim como na Faculdade Dom Bosco, para ser professora na disciplina de comércio exterior. É justamente a sua experiência com o setor que a aproximou da Global Júnior anos depois: “O meu envolvimento com a Global começou há cerca de dois ou três anos, quando fui orientadora de alguns trabalhos que tinham relação direta com a área de comércio exterior, seja importação ou exportação, para clientes da nossa empresa júnior”. Comentando mais sobre a Global, Marlise acrescenta como funciona a preparação do novo consultor que recém inicia na empresa após o processo seletivo: “A partir do processo seletivo, os novos integrantes que são selecionados iniciam uma etapa de aprendizados para entenderem como a Global funciona. Os novos consultores são introduzidos as novas ferramentas que eles têm de aprender a utilizar, como: pesquisa, photoshop, etc. Os workshops (vendas, RH, liderança, etc.) também fazem parte da introdução a empresa e os auxiliam muito na adaptação. Também ocorrem uma série de atividades de entrosamentos entre os diretores e os consultores da Global Júnior”. E é com esta experiência conquistada durante todos os seus anos de mercado que Marlise espera ajudar a Global Júnior a continuar crescendo em 2017. Novos projetos e atrair clientes para a empresa júnior são desafios constantes da coordenação e diretoria. Vida fora da área acadêmica Formada em administração pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), com ênfase na área de comércio exterior, Marlise já desempenhou outras funções em diferentes áreas do mercado. Um destes locais era a MTC, que presta assessoria de comércio exterior para outras empresas que produziam diferentes tipos de produtos, como vinhos, freios, químicos, alimentos, etc., mas que não tinham expertise ou algum departamento específico para realizar a parte operacional de comércio exterior. Durante o período da sua graduação, passou dois anos no Japão graças a uma bolsa de estudos fornecida pelo ministério de educação do país asiático. Um ano e meio que ficou no Japão, Marlise passou estudando, com os primeiros seis meses em Osaka cursando japonês e ficando o restante do período da bolsa em Nagasaki. Como as suas aulas terminaram em abril, Marlise permaneceu no Japão até que o semestre seguinte de aulas começasse no Brasil. Em seus últimos meses, trabalhou como costureira em uma indústria de pijamas na cidade de Nagasaki: “Tive a oportunidade de perceber os conceitos de just in time, produtividade e de zero defeito na prática. Foi uma excelente experiência”, destaca Marlise. Retornando para a Unisinos, surgiu a possibilidade de realizar um intercâmbio para a Universidade de Deusto, em Bilbao, no País Basco, região ao norte da Espanha. Posteriormente, fez o seu doutorado na mesma instituição. Marlise também morou em San Sebástian, outro cidade pertencente ao País Basco.

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