O que o filme “The Maze Runner” tem a ver com Startup
Encontrar um caminho desconhecido na maioria das vezes é uma questão de tentativa e erro.
Aventura-se em novas missões empresarias, muitas vezes podem gerar grandes realizações e na maioria das vezes geram alguns traumas e sequelas.
Como se permitir desbravar novos mercados e minimizar os seus riscos?
Existe alguma forma de proteger meus investimentos?

O filme #TheMazeRunner conseguiu reproduzir em uma forma de metafora o mundo dos negócios. A simbologia fica clara com a presença de uma figura empreendedora startup, representada pelo Thomas (Dylan O’Brien), protagonista do filme, em que o espírito investigativo desperta no personagem o desejo de desbravar e mesmo assim encontrar mecanismos de controle que venham a assegurar lhe nesta jornada.
Correr em um ambiente desconhecido e medir o tempo em que as paredes do labirinto se fecham, foi uma atitude acertada e inovadora dentro daquela civilização representada no filme.
Agir > Medir > Processar > Agir novamente

No mundo das Startups incluir mecanismos de controle no início do desenvolvimento de um projeto é certamente uma forma inovadora de gerar conservadorismo em algo não conservador.
Desenvolver o seu MVP (Mínimo Produto Viável) nunca foi a opção mais certeira de proteger seu patrimônio disponível para investimento.
Num ambiente escuro o instinto humano aguça outros sentidos para que a limitação visual seja compensada pelos outros sentidos, projetar os braços para fente na busca de uma direção ou até mesmo na forma de antever um obstáculo, são ações naturais na busca de uma orientação e direção.
Desenvolver uma startup não é muito diferente disso.
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