Deitado, cheirando a formol, não escuto o choro da terceira pessoa literária.
Vidrado, olho apenas a tela deste velho computador que representa a vida:
Hora por cima,
hora por baixo.
Hora somos meios,
hora somos rápidos.
Só não podemos ser lineares,
pois,
alí,
já não seremos mais.