Críticas: Cinco

Black Science #08 / Bodies #02 / C.O.W.L. #04 / Futures End #17 / Harley Quinn #10


Black Science #08 (Image Comics)

Escritor: Rick Remender / Artista: Matteo Scalera / Colorista: Dean White / Letrista: Rus Wooton / Capistas: Scalera e White

A edição se divide em duas partes, a primeira eu não gosto, e a segunda é muito boa. A primeira me desegarada pelo fato de começar a ter alguns deus ex-machina, era previsível que isspo fosse acontecerr, graças a morte de um personagem, mas eu tinha a esperança de que Remender escolhesse outro caminho. Infelizmente não foi isso que aconteceu (sim, ele lutar karate é o deus ex-machina). Já a segunda parte é bem bacana, com o índio contando seu background e justificando o título da série. Ou seja, uma edição mediana.

A arte do Matteo Scalera, com as cores do Dean White (que parecem pintadas de forma analógica, e não digital), fazem com que o título seja um dos mais bonitos lançados lá fora, TOP 5 pra cima.

Nota: 5/8


Bodies #02 (Vertigo)

Escritor: Si Spencer / Artista: 1890: Dean Ormston, 1940: Phil Winslade, 2014: Meghan Hetrick, 2050: Tula Lotay / Letristas: Taylor Esposito e Dezi Sienty / Colorista: Lee Loughridge / Capista: Francesco Francavilla

Acho que o grande problema dessa edição, é a falta de acontecimentos. De certa forma, existe um padrão entre os quatro períodos de tempo. Não, não estou falando apenas da investigação, mas do fato de nas seis páginas de cada história, só acontecer algo de relevante nas últimas duas (sendo justo, a 2050 é a exceção que confirma a regra). Mas isso não torna a edição execrável, pois é muito bacana ler ela e ver como o Si Spencer consegue alterar o ritmo da narrativa para cada período de tempo.

Não tenho muito o que falar da arte, como cada artista tem apenas seis páginas para desenhar por mês, eles não precisam correr. Logo, a tendência é que a qualidade se mantenha. Mas tenho que elogiar novamente Lee Loughridge, seu trabalho de mudança de paleta para os períodos diferentes de tempo é muito bom.

Nota: 5/8


C.O.W.L. #04 (Image Comics)

História: Kyle Higgins e Alec Siegel / Artistas: Rod Reis e Stéphane Perger / Letrista: Troy Peteri / Capista: Trevor McCarthy

Uma puta edição! Eu adorei como o Higgings e o Siegel constroem e mostram a fragilidade do C.O.W.L. a conversa do John Pierce com o Geoffrey Warner é fantástica, intercalando-se a isso temos o Tom e o Reginald e a manifestação na rua… São tantos elementos diferente, convergindo de formas diferente, para um único problema. Fantástico. Palmas para os roteiristas!

Fica bem claro quando é o Rod Reis que está desenhando e quando é o Stéphane Perger. E, por mais que eu goste da arte do Rod (e eu gosto mesmo!) o Perger deu um banho. A edição ganha qualidade nas páginas do Perger, seu traço mais comum casa com o roteiro. O desenhos do Rod é lindo, mas acho que experimental demais para a história.

Nota: 8/8


Futures End #17 (DC Entertainment)

Escritores: Brian Azzarello, Jeff Lemire, Dan Jurgens e Keith Giffen / Artista: Patrick Zircher / Colorista: Hi-Fi / Letrista: Carlos M. Mangual / Capista: Ryan Sook

É a primeira vez em muito tempo que eu termino um edição de Futures End e não sinto nojo do que acabei de ler, e nem tenho asco pensando que na próxima semana tem mais um número para ler. Tudo bem, a edição em si é muito ruim (como vem sendo todas) o que salva são as últimas quatro páginas. Mesmo que não fosse nenhum mistério quem é o novo Superman (talvez houvesse mistério nas primeiras quatro/cinco edições, mas depois ficou óbvio) sua revelação é bem bacana, especialmente pela Lois Lane ali. E é um mistério bacana o aparecimento do Kal-El no meio do deserto (e o porque dele estar com o visual do começo do "Homem de Aço").

A arte é bacana, especialmente porque o Patrick Zircher consegue desenhar bem o Constantine (que é o único personagem com quem eu me importo nessa porra toda).

Nota: 3/8


Harley Quinn #10 (DC Entertainment)

Escritores: Amanda Conner e Jimmy Palmiotti / Artista: Marco Failla / Colorista: Brett Smith / Letrista: John J. Hill / Capistas: Amanda Conner e Paul Mounts

A edição por si só já seria muito boa, afinal, temo a Arlequina explodindo uma pessoa com pasta de dente explosiva (como o Q nunca pensou nisso?), e referências ao clássico do Spielberg "Tubarão". Mas ela se torna genial ao colocar um alien punheteiro (é ridículo a diferença de tamanho dos braços, só pode ser punheta) e um mistério muito legal na última página. Arlequina é uma das melhores revistas da DC.

Eu gostei da arte do Marco Failla. Bons desenhos e bom storytelling. Ele poderia ter brincado um pouco mais com a composição das páginas? Sim. Mas a leitura é fluída e tem dinamismo, o que é elogiável, pois a quantidade de texto (como tudo que tem o Palmiotti) é grande.

Nota: 7/8

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