Luzes vermelhas

Luana Soares
Jul 27, 2017 · 3 min read

Qui, 13/07/2017

Quinta-feira foi dia de dar “até breve” a Paris e um “Olá” a Amsterdam. Me despedir de Paris foi bem difícil, já que é uma cidade que acolhe muito bem e eu já estava me acostumando com o ritmo (quero aprender francês!), mas eu estava muito animada pra conhecer um dos meus lugares preferidos mesmo sem nunca ter ido.

A minha ideia de Amsterdam vem antes de tudo. Sempre me pareceu a cidade das bicicletas e o Globo Repórter dizia ser um lugar ótimo pra se viver. Pois é, queria muito conhecer, dizem que é lindo e seguro, e tem o mito da cidade das drogas e da prostituição.

Antes de pegar o Trem bala pra Holanda, tivemos que ficar em Gare du Nord, uma estação como aquela que estamos acostumadas a ver nos filmes, gente pra todo lado, gente atrasado, gente cansado, gente com cachorro, enfim, todo tipo de gente. Fomos comprar o bilhete da passagem e a surpresa: não tinha mais. A passagem estava o dobro do preço esperado e não tinha mais lugar. A única saída era pegar uma conexão para Lille, uma cidadezinha da França que faz fronteira com a Bélgica para partirmos para a Holanda.

Foi o que fizemos, esperamos umas duas horas em Gare du Nord, pegamos o trem, paramos em Lille e lá ficamos. Minutos, banheiro, fotos e nada de embarcarmos. Todos os passageiros passaram pelo detector de metais e ficamos sentados. A fila foi sumindo e ficando cada vez menor. Só quando a fila sumiu que nos demos conta de que aquele era o nosso trem. Corremos muito, quase cena de filme, e enfim entramos no Trem. Ou seja, Amsterdam me espera!

Passamos por Bruxelas, Roterdã, Antuérpia, todas muito lindas só de olhar. Chegar em Amsterdam foi bem impactante pra mim. Ver aquelas casinhas tortas foi realização de mais um sonho.

Depois de chegarmos a mais um hotel, fomos fazer a visita a cidade. Dessa vez não teve chuva, mas teve muito frio sim. Amsterdam me recebeu com muitos casacos (um verdadeiro verão mesmo) e com muitas flores. A cidade é muito florida por ter as tulipas como flor típica, tem um cheio de fumaça peculiar, muita arte, pouca história a ser estudada, vamos assim dizer. Amsterdam é pra curtir! Na verdade, depende do olhar.

Depois do almoço, fomos até a Red Light District. A título de curiosidade: a Red light é um lugar famoso em Amsterdam pelas luzes vermelhas, pelos Pubs, pelas casas de prostituição e as “vendas” são através das vitrines. Ou seja, é comum ter mulheres seminuas nas vitrines, sim.

Saímos de lá e fomos para um Pub em frente ao rio que corta a cidade. E lá ficamos, observando a cidade, as pessoas passando, conversando na mesa ao lado, até ficar escuro e voltamos para o hotel, mortos, mas pelo menos eu, estava muito feliz.

    Mulher desdobrável. Eu sou.

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