Paris artística

Ter, 11/07/2017

No terceiro dia em Paris, o sol já aparecia, mas fazia um frio considerável. Tomamos aquele café típico (Croissant) e fomos até a Catedral de Notre Dame a pé. Sim, aquela mesma do filme da Disney, e não ficava longe do nosso hotel. Chegando lá, ficamos atrás da Catedral. Mas assim, teve um motivo. Tinha uma orquestra de colégio maravilhosa tocando em uma praça. Sentamos, e ali ficamos ouvindo as musicas, até sermos roubados por uma cigana. Tchau, 2 euros. Pois é, seguimos a frente da Catedral e estava lotada, (aliás todos os pontos turísticos ficam lotados no verão já que o povo transita entre os países da união europeia!), então assim, quem viaja precisa saber que pode ser um passeio melhor por motivos de não ter neve pra atrapalhar, mas em contra partida pode ser lotado e cheio de filas. *vale a pena comprar as visitas online*

Depois da Catedral, partimos para a Faculdade de Direito (como uma boa aluna que sou) para conhecer a Sorbonne. É uma beleza para os estudantes de direito, juristas e é aberto pra visitação, então pra mim foi uma experiência legal estar em um lugar que eu estudo e logo a frente da faculdade tem o Pantheon. Enfim, nunca foi um lugar que sonhei conhecer, mas vale muito a pena pra quem gosta do assunto.

Fomos diretamente pra a basílica do Sacré-Cœur (para chegar até lá passamos por uma das moradias de Freud). É um templo da Igreja Católica em Paris, sendo, também, o símbolo do bairro de Montmatre. A basílica está localizada no topo de Montmatre, o ponto mais alto da cidade. Chegando lá, a vista é maravilhosa e se consegue ver Paris lá do alto. Eu amei ficar umas horas almoçando lá e sentido a vida Parisiense. O atendimento foi maravilhoso (mais uma vez o Frances surpreendendo!), e no meio do almoço chegou um cantor tocando “ai se eu te pego”. Não tinha comentado isso, mas quando se está fora do Brasil é muito comum se apegar nas coisas do seu país. É impossível não se identificar com as musicas do seu país ou não ficar contente por alguém falar “Obrigado” ou “Bom dia” na sua língua. Encontrar um brasileiro é como encontrar um amigo ou alguém da sua família. Confesso que em muitos momentos, principalmente em Madrid me senti muito em casa por saber que tinha muitos brasileiros lá. Esqueci de comentar, mas na praça atrás de Notre Dame tinham umas mini paulistas lindas.

Voltando a Montmatre, fomos a famosa praça dos artistas ou Place du Tertre. É um lugar que respira arte, é inspirador. Tem musica, pintura, livros, barzinhos com preços mais altos e uma exposição de Salvador Dalí. Vale a ida para os amantes de arte para passar um diazinho observando. Eu, com certeza quero voltar com mais tempo. Me espera, Paris.

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