Big Data? Não, obrigado.

Considerando que no mercado temos um cenário econômico estável (negativamente falando), grande concorrência, e ao mesmo tempo uma carência de talentos capacitados e muita, mas muita empresa igual, fazendo as mesmas coisas, nos mesmos mercados, com as mesmas estratégias de preço, com as mesmas pessoas, o que afinal é vantagem competitiva?

Capacidade analítica.

Nunca tivemos tanta informação e tantos recursos para acessar informação de mercado e consumidores. E é através da análise preditiva destes dados que podemos obter os insights críticos nos levarão a excelentes resultados de negócios.

Mas o que tem acontecido é que as empresas tem falhado ou simplesmente não tem análise confiável de crescimento de mercado, atividades da concorrência, tendências financeiras, econômicas e de mercado, desenvolvimento de produtos e serviços, gestão de risco ou requisitos de capacidades.

Os gerentes tem mais uma visão Mãe Dinah da companhia do que efetiva.

A falta de capacidade analítica da maioria das empresas reside em 2 pontos chave: Ambiente e Pessoas.

Apesar da disponibilidade até mesmo gratuita de algumas ferramentas, poucas empresas tem estrutura de processos que permitem que os dados disponíveis gerem insights relevantes. Sejam sistemas de CRM simples ou complexos serviços de gerenciamento de informações, as empresas os mantém armazenados em departamentos ou computadores isoladamente. Isso sem falar que são poucos que tem acesso a todos os dados, nem sempre os que tem talento, e algumas empresas sequer tem profissionais dedicados a esta análise.

O fato mais preocupante é que nos negócios a maioria dos Gerentes e Diretores simplesmente não levam em consideração crítica a análise baseada em fatos e dados no momento de tomar decisões importantes e, ao invés disso, confiam muito mais no seu instinto ou em outros fatores, tais como a consulta a outros executivos, intuição e experiência.

Vantagem competitiva hoje é transformar dados em oportunidades.

Big data não importa. Right data sim.