O sonho do Sub4h na maratona, um relato de um corredor como nós

O empresário e corredor amador Fábio Pereira, divide seu precioso tempo entre o escritório — em que é diretor comercial de um grande player do mercado- e as corridas.

Fábio, que era sedentário até pouco tempo atrás está treinando para sua próxima maratona. Tendo 1,70m e pesando 82kg em época de provas, diz ele, porém assume ter alguns “quilinhos a mais”, fruto das confraternizações do fim de ano, porém adverte que o carnaval está aí e diminuirá os treinos por conta da folia.

O grande objetivo de Fábio é correr sua maratona abaixo de 4 horas, para isso escolheu metodicamente a capital inglesa, Londres, para tentar o feito. Procurou uma agencia de viagens brasileira pagou as taxas e inscrição e começou a se preparar (fruto de uma promessa de fim de ano).

Depois de ler em várias revistas especializadas em português e em Inglês, Fábio decidiu levar seu hobby para um próximo nível, contratando uma nutricionista particular, que lhe recomendou comer mais carboidratos e cortar gorduras, se matriculou numa academia para fazer exercícios específicos, comprou aquelas botas de compressão e tem um relógio que está configurado para ajudá-lo nos treinos.

Inicialmente treinando em uma assessoria as segundas e quartas no Parque do Ibirapuera e aos sábados fazendo o famoso treino longo na USP, Fábio acredita que com o auxílio de um tênis tecnológico, que promete 4% mais “velocidade”, meias de compressão para ajudar nos longões, géis carboidratos importados, BCAA e os principais, uma planilha personalizada, feita sob medida e fisioterapia preventiva, em que ele acredita que ficará mais fácil de atingir o objetivo.

“Depois de ter essa feito essa promessa, o sub4h vem fácil”, crava Fábio, que ao nos relatar essa história, estava em uma clínica de recovery pós treino ali na região do Ibira mesmo, comendo uma barrinha de whey protein e tomando achocolatado recovery. Sobre o treino de hoje, Fábio diz que se sentiu muito bem ao correr 8km em 50'.

Fábio fazendo o recovery na clínica.

O principal são os treinos, tenho feito conforme meu treinador pede, controlando sempre no relógio os tempos e com a ajuda de toda minha equipe, terei esse sonho realizado no Reino Unido, completou Fábio.

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Ao terminar esse texto de ficção, porém a realidade de 95% dos pangarés brasileiros que não treinam e querem o caminho mais curto, fica um acróstico de presente.

A ideia original surgiu do Danilo Balu ao ler esse texto aqui.

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