O mundo é meu!

Queremos ser ricos, comprar coisas, comidas caras, carros, nos vestir como magnatas. Nossos primeiros 20 anos querendo somete adquirir. Criamos metas ambiciosas: Roupas de marca, Gadgets para impressionar, um carro do ano aos 23, o primeiro milhão aos 30.

Somos bombardeados, noite e dia, por propagandas de produtos que supostamente irão nos fazer melhor, postamos em redes sociais os produtos que compramos para mostrar que somos melhores que nossos amigos, levamos mais a sério os momentos que estão “eternizados” no facebook do que o momento que, de fato, aconteceu, afinal, o que realmente importa são os likes que recebemos.

Parecemos zumbis. Compramos, mostramos e geramos inveja. Ninguém nota.
O que há conosco?

Estamos esquecendo toda a experiência de uma vida, o sentimento de conhecer lugares impressionantes, de viver a aventura, de surpreender alguém, de experimentar situações diferentes, de vivenciar o amor.

Eu não posso mudar as pessoas, mas posso tentar fazer diferente. Não há mais necessidade de riqueza. A partir de hoje, a meta é experimentar o máximo possível que o mundo tem para oferecer.

Quero lembrar que estou vivo até meu último suspiro.