Como boa jornalista, você vai desviar dos elogios, já que o texto, por si só, é uma homenagem lírica. Findada a leitura, não fica espaço para cultuarmos nada além de Alexandre, que nos apresentou tudo sempre, desde o começo. Mas eu agradeço a você, Erika, por voltar a publicar de uma forma livre e inspiradora — sem medo do que o “Aquário” vai dizer. Eu vim de redação e entrevistei Alexandre duas ou três vezes. Mas eu só soube quem era ele em 1998: passei muitos intervalos da faculdade de jornalismo na biblioteca da UniverCidade (aquela em frente à Lagoa), onde tinha acesso à Folha. Numa sexta-feira daquelas, li na Noite Ilustrada que ia rolar uma rave no interior de Sao Paulo (e você praticamente indicava o mapa de como chegar) e entendi o novo significado da palavra “arrasa”, lá pelos idos 2000s. O Alexandre está livre, mas todos nós estamos por perto: ansiosos e prontos para escrever sobre a próxima obra de arte dele. Um beijo carinhoso. Lov, iF.