Schopenhauer e o amor:
Bárbara Novaes.
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Oi, Bárbara! Gosto do seu jeito de pincelar filosofia de uma maneira leve. É engraçado que por mais que concordemos com Schopenhauer quanto a esse pragmatismo do amor ser pano de fundo para um instinto de reprodução da espécie, a construção do amor nos filmes, nas músicas e na literatura, por mais romantizada e ilusória que seja, já se faz ela mesma necessária à nossa vida.