Num dia como outro qualquer, numa conversa daquelas com um motorista da Uber que sempre começa pra quebrar o gelo, mas acaba evoluindo para política, dinheiro e insatisfações pessoais. Corriqueiro. Mas me chamou a atenção e me fez vir aqui pensar alto.

Que coisa engraçada a visão que algumas pessoas tem e o julgamento que fazem daqueles que atingiram o máximo de sucesso em suas carreiras. Me faz pensar, o que essas pessoas fariam se fossem elas? Será que essas crenças não são os fatores limitantes da vida delas? Pergunto porque minha mente começou a vagar nessas questões a partir do momento que ouvi as seguintes frases: "Ah, eu queria mesmo é saber como é ser podre de rico, ter essa sensação de poder ter tudo e não se preocupar com nada.", …


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A falta de sentido foi totalmente subjugada pela não necessidade de haver um sentido, porque havia em todos os lugares a consciência da soberania do autor e consumador de toda a vida. Sinceramente, não encontrei outras palavras para iniciar esse texto que veio sendo gerado dentro de mim desde o início do dia de hoje, no culto de despedida do Pastor Leonel, e todas as experiências com Deus e tudo que pude aprender hoje que ouso dizer ser das mais significativas e grandiosas dos últimos anos de caminhada.

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e a cauda do seu manto enchia o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam. E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. …


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De tempos em tempos somos impactados com a morte. Ela é uma presença constante no mundo, um paradoxo em que a vida entrou, onde por exemplo, no mesmo dia e local, vidas se iniciam e vidas terminam. Como diz a música, “O dia acabou, o tempo chegou. Você batalhou bravamente, a guerra está vencida. Você fez o que tinha que ser feito, deu o seu melhor. Agora é tempo de descansar.”

Tempo. Eu não me canso de escrever sobre o tempo, sobre sua inexistência ao mesmo tempo que é tão real que devora a realidade como o mar devora um navio, por maior que seja, ao naufragar. Morte e tempo não deviam estar juntos. O tempo devia levar-nos ao crescimento e a redenção, e a morte é na verdade um atentado ao divino, uma perversão do sopro de vida do Criador que permitimos adentrar na perfeição da criação. …

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Isaías Jacomeli

Design, processos de criação, tipografia, imagem e pensamentos do Reino. Tem gifs engraçados também. Conta alternativa: @LostEmpire