Coletivos: voz dos silenciados

Por Clarissa Giaxa, Julia Gomes, Melissa Machado, Nicola Moreira e Sofia Demarchi

Os coletivos se caracterizam por serem representantes da pluralidade existente na sociedade. Diferentes grupos, diferentes causas e um objetivo comum: a integração à sociedade de forma democrática e igualitária. Procuramos por meio desta reportagem mostrar um pouco sobre esses grupos que vêm ganhando cada vez mais visibilidade na mídia. Entrevistamos representantes dos seguintes coletivos:

Mães pela Diversidade, formado por mães de LGBTs que faz militância como grupo de apoio a esta causa.

Africásper, grupo de estudantes negros da Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo.

Família Stronger, coletivo que luta pelos direitos de LGBTs periféricos.

Círculo Palmarino, grupo envolvido com a representação negra com um lado mais político.

Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, que oferece tratamento médico com uma perspectiva feminista e humanizada.

Aqui, eles discorrem sobre seus objetivos, a questão do lugar de fala, importância atual e o porquê da necessidade de se dividir em grupos para conseguir a integração e igualdade social.

O que são e o que querem

Representantes de alguns coletivos Feministas, LGBTs e Negros, além de um sociólogo, expõem o que são os coletivos na sociedade atual, bem como seus objetivos e funções dentro da mesma.

Voz de quem?

Membros dos coletivos expõem o que é, para eles, o lugar de fala (termo desconhecido por boa parte da sociedade), quais os seus limites e implicações dentro das diferentes causas

Fragmentação, bolhas sociais e radicalização

Até que ponto a divisão em coletivos fragmenta a sociedade ou forma bolhas sociais? A pluralidade de coletivos que lutam pela mesma causa não enfraquece a própria luta?