Valorizar o imóvel antes da venda por meio da troca de piso pode ser uma boa escolha. Confira opções para esse processo.

A maioria dos imóveis usados precisam passar por pequenas reformas antes de serem comercializados a fim de elevar o valor final de venda. Ainda que o quebra-quebra causado em uma reforma de piso possa incomodar — e muito! — quando ainda há moradores na casa, essa medida é considerada pequena por não envolver mudanças na estrutura da construção. Ampliar a sala de estar e criar um novo quarto são consideradas grandes reformas, trocar piso e pintar paredes não. Pequena ou grande, reformas geram gastos e diversas dúvidas quanto aos materiais a serem utilizados e a necessidade de mão-de-obra especializada.

RESTAURAÇÃO

Antes de mais nada, é preciso avaliar se realmente há necessidade de troca do pavimento. Quando o chão é revestido por piso de madeira, há a opção de realizar a raspagem do verniz antigo a fim de remover riscos, manchas e até mesmo consertar trincas com a raspagem da própria madeira. Além de evitar gastos com a troca de tacos e assoalhos e cooperar com o meio-ambiente, a raspagem garante um “piso novo” em menos tempo do que a troca total. Mas, é preciso que a madeira já instalada possua pelo menos dois centímetros de espessura, senão há chances de o revestimento ser danificado ou surgirem contrapisos.

A média de duração de um pavimento em madeira é de 10 anos. Feita a raspagem, basta aplicar novas camadas de verniz para garantir a total revitalização do piso. Procure saber se esse método de restauração já foi utilizado outras vezes. Um piso de madeira maciça e resistente — como ipê, jatobá e cumaru — aguenta três raspagens sem danos. Tacos e assoalhos menos resistentes — como os de amêndola e eucalipto — podem ser melhores candidatos à troca em caso de desgaste. Mas, estruturados e laminados não suportam raspagens e a reposição é a única opção.

TROCA DE PISOS

Será necessário trocar o piso? As opções mais baratas no mercado em pisos quentes são justamente os estruturados e laminados. Pisos estruturados contém apenas uma camada de quatro milimetros de madeira nobre, sendo o restante de material reflorestado. Já os laminados podem não possuir nada de madeira. A maioria dos pisos laminados possui a aparência da matéria-prima por meio de impressões protegidas pelo overlay (película transparente resistente à abrasão e umidade).

SOBREPOSIÇÃO

Porém, se o chão for revestido de azulejo, porcelanato ou outro produto de cimento/cerâmica, não há possibilidades de restauração. Para evitar o quebra-quebra, pode-se instalar o piso novo sobre o antigo. Hoje em dia, há argamassas colantes responsáveis por esse tipo de inovação da aparência do imóvel. Essa argamassa é mais cara do que a original, mas ao comparar o gasto causado pela retirada do piso antigo e esse produto, sobrepor pisos acaba sendo uma solução mais barata.

Para a sobreposição, o único cuidado que se deve tomar é em relação ao nível do chão. O novo piso não pode ser mais alto do que o espaço destinado às soleiras das portas. Há, no mercado, peças chamadas slim que são cerâmicas fininhas perfeitas para esse tipo de reforma do pavimento. São um pouco mais caras do que as demais peças de cerâmicas, mas seguem sendo mais econômicas do que a opção quebra-quebra.

Outras opções de cobertura de pisos velhos são os revestimentos vinílicos, emborrachados, de cimento e resinas autonivelantes. São materiais menos resistentes, mas que garantem um bom visual ao imóvel. Tenha em mente que revestir o chão com cimento ou resina autonivelantes demanda mão-de-obra especializada — o que pode encarecer o serviço.

Veja qual opção se adapta melhor ao imóvel captado e ao caixa do profissional. Restaure o visual da casa para prospectar mais clientes e fechar um bom negócio!

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