Havia, não havia?

Dragões alados flutuavam entre chamas em meus sonhos. Tudo chamuscava e derretia. Eles eram lindos em perfeito prata banhado pela lua crescente de agosto e eu estava lá mirando, um arco em punhos, e uma flecha flutuava avante ao encontro com o coração de um deles lhe atravessando a casca e perfurando seu coração. E, cada vez mais preciso, todos iam caindo um a um e do chão não ousavam levantar.

Eu vibrava, mas estava sozinho. Não havia reação de uma plateia, não havia lar para onde voltar. Tudo queimava em brasas.

Havia vitória?

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