Uma Dose de Sabedoria — A quem interessar
Nós vivemos enfurnados nessas nossas vidas de redes onde fingíamos uma felicidade que não é nossa. Que é tão fugaz que olha lá, já passou. Engraçado.
Fugir, entre um desespero e outro, é a contramão do que deve ser feito, confia em mim, eu já passei por isso.
Em busca de refúgio, refugiados bandidos se assaltam o sentir que é particular e único, é deles e sem volta. Caminham assim vazios ao respirarem velozes esses insistentes instantes líquidos.
Esquinas estão cheias de assuntos mal acabados e os corações estão enegrecidos. Apodrecidos entre um trago e outro.
Um certo amigo meu, algum dia por aí disse-me o que me pareceu muito certo. Pediu que eu sentisse o que tivesse que sentir mas que caminhasse.
Hoje, melhor, o agradeço por tão sabias palavras em um momento que de mim se expandiu e me fez outro.
Se eu puder dar um conselho a algum recém refugiado, peço que sinta suas dores. Também que absorva tudo o que tem ai dentro e que torne-se melhor. Não se demore a passar por isso e não se engane que o tempo não se engana. E cobra, confia em mim.
Ao que foi findado, não há volta, e se tu parares para se observar um pouco, tu parastes no tempo.
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