Como uma resolução boba e pretensiosa de ano novo me ajudou em uma jornada de auto-conhecimento

Esse ano de 2017 foi mais um dos que eu, em resolução de ano novo, me desafiei a ler: dessa vez, 24 livros, 2 por mês. Eu não consegui, mas foi por muito pouco.

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Kindred, da Octavia E. Butler, o presente de Natal que dei a mim mesma.

Acabei de terminar meu 18º livro do ano, uma ficção científica, escrita por uma mulher, negra, com uma protagonista forte, mulher e negra, com uma trama que fala sobre escravidão, racismo, machismo e relações de poder: Kindred - Laços de Sangue, da Octavia E. Butler, uma leitura que recomendo a todos, inclusive os que não gostam de ficção científica, já que essa é uma obra que…


Minha experiência participando do MEDO — Movie Everyday in October #medo31

Enquanto muitos fizeram Inktober, eu, como amante de cinema (e particularmente de filmes de terror, mesmo sendo uma medrosa assumida hehe), decidi participar do MEDO — Movie Everyday in October. O desafio era assistir 1 filme de terror por dia durante outubro, o mês do Halloween.

Eu assisti 22 filmes de terror, e assim eu passei o mês: tomando vários sustos, dando vários gritos, perturbando todos ao meu redor, zoando meu algoritmo do Netflix (agora ele SÓ me recomenda filme de terror) e me divertindo horrores (yes, pun intended).

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Movie Everyday in October 2017. Arte retirada do grupo do Facebook.

Desses 22 filmes, apenas 13 vieram da lista proposta pelo desafio

Ingrid Luz

UX Designer solving problems through data-driven thinking; loves reading, cinema, tattoos & sci-fi. Fighting for a more gender-equal world.

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