É hilário como quando tu segura minhas mãos e eu, as suas e nos acariciamos. E essa se torna uma linguagem através do silêncio e enquanto trocamos energias, trocamos olhares e sorrimos… cá entre nós, é uma outra fala expressada através do silêncio.
E tudo vai se transformando naquele afeto dos meus aos seus pequenos detalhes, algo muito grande pra esquecer, afinal é a sua essência!
O encanto que baseia-se nos detalhes minúsculos, quem sabe quantos mais pequenos detalhes eu não vou encontrar né? É uma aventura.
É não descobrir a pessoa por inteira, e talvez não conseguir isso, mas misteriosamente entender tudo ali do momento.
A especiosidade de ver o jeito que você se olha e ajeita teus cabelos no espelho redondo, que quando gira ao contrário dá zoom na sua cara. O jeito que tu olha para câmera do celular e grava seus históries, parece banal, mas não é, é o jeito que te vejo.
A habilidade que tu acalma, ao olhar… apenas “OLHAR” nos olhos!
O gosto da sua forma de falar quando está desabafando, a firmeza nos olhos, a veracidade das palavras, elas não se perdem, ecoam pro universo e voam ao vento rumo ao infinito.
E da sua criatividade que surge lá dos minimos detalhes até chegar na grandiosidade da natureza, as flores, as ligações das linhas, o preenchimento dos espaços, no mantra da espiritualidade, nas poucas palavras citadas, por intermédio delas que formam as expressões fraseais marcantes. Aquelas que eu leio e falo: CARALHO QUE LINDO!!!
E sabe… aquela exuberância da sua empolgação, quando tu entra no meu humor, e a gente morre de rir, seu forte sorriso abre suas covinhas. É aí, que eu posso ir trabalhar em paz.
