Todos querem saber quem você é, RP!

Relações Públicas, segundo o site exame.com a nossa profissão é a segunda mais incompreendida pelos pais brasileiros.

“Segundo a pesquisa, 73% não se sentem à vontade para explicar o que faz um gerente de relações públicas. No ranking global, a profissão também aparece, mas em 8º lugar, é uma incógnita para 60% dos pais entrevistados”.

Apesar de ser uma pesquisa referente apenas aos pais dos profissionais de Relações Públicas, podemos dizer que isso é uma amostra da visão do país em relação a profissão. Muitos confundem com o marketing ou a publicidade, outros não fazem ideia da existência, ou seja, em nossa área existem muitos pré-conceitos a serem esclarecidos para o desenvolvimento e o reconhecimento da profissão em nosso país.

Os conceitos distorcidos ou até mesmo a falta de conhecimento com relação à nossa profissão, cria uma barreira entre os profissionais e o mercado de trabalho. Com isso, ambos os lados acabam sendo prejudicados, ou seja, para o Relações Públicas o mercado acaba diminuindo de tamanho e, com isso, as estratégias e ferramentas técnicas da profissão acabam deixando de serem aplicadas e as organizações perdem tanto capital, assim como possibilidades de ampliarem seus negócios através do relacionamento com seus públicos.

O Guia de Estudantes da editora Abril, em matéria sobre a profissão, diz que o profissional de RP é o responsável por construir, promover e preservar a boa imagem de empresas ou instituições perante o público interno e o externo. Para isso, ele define a estratégia e executa projetos de comunicação, transmitindo os valores, objetivos e as ações da organização. Seu trabalho se volta tanto para o público externo (clientes, fornecedores e agentes do governo) quanto para o interno (funcionários). Cria programas de integração com a comunidade e organiza atividades promocionais.”

Se criamos, planejamos, comunicamos e integramos, o maior responsável para tornar essa profissão conhecida, conceituada e torna-la essencial nas organizações, somos nós mesmos. Cada um de nós, seja estudante ou já profissional de RP, tem a responsabilidade de ser influente em nosso país, melhor dizendo, dentro da empresa onde trabalha, bairro, cidade, ou seja, dentro do ciclo de pessoas que estão mais próximas de cada um de nós. Exerça sua profissão onde estiver, seja dentro da sua família até em grandes empresas. Pedro Prochno, uma das figuras da profissão mais influentes na atualidade, diz em seu blog “Todo mundo precisa de um RP” a seguinte frase “Precisamos mostrar que somos capazes, que somos estratégicos, que somos essenciais para as empresas. Criar um “clubinho” não vai nos garantir isso. O que vai fazer a diferença é resultado e quem souber entregar resultados da melhor forma possível”.

Portanto, para nos tornarmos reconhecidos e essenciais no mercado brasileiro, é necessário arriscar nos objetivos almejados, estratégias, projetos e entregar resultados, ou seja, lucro. Estar inteirado com as notícias, tecnologias, inovações na área, são elementos essenciais para que consigamos reverter esse quadro negativo. Além disso, o profissional precisa estudar muito, estar sempre se reciclando. Apesar do cenário atual ser instável e duvidoso, você que decidiu assumir essa brilhante profissão como escolha profissional, deve se engajar ainda mais, acreditar no que somos e onde podemos chegar.

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