Em busca do sagrado feminino

Ela se desligou do mundo onde ela vive para pensar em si

Mundo este que em sua grande maioria são de homens. Ela perdeu um pouco da sua doçura. Aprendeu a amar suas diferenças. Ficou mais séria e reservada. Mais forte.

Tem buscado sua feminilidade, mas isso não quer dizer frágil, quer dizer ser ela mesma e se curar de baixa estima.

Ser mulher no mundo dela é desafiador.

O referencial dela é sua mãe, totalmente diferente de si mesma. Isso faz com que ela se questione e brigue consigo mesma. Por ser a mulher que é, pois tudo vai na contramão do que é hoje e isso não cabe dentro das escolhas que tem feito.

Mas será que é necessário ser igual a seu referencial? Não seria tão mais fácil acreditar sem julgamentos, em si mesma?

O valor está em aceitar a naturalidade das coisas, seu histórico de vida, vontades e capacidades. Aprendendo a se conhecer de forma mais profunda e a aceitar os acontecimentos da vida e a si mesma, e desta forma as feridas começaram a ser curadas e ela passou a ser mais feliz e única.

Ela despertou para uma nova consciência de si mesma. De se amar exatamente como é, passando a se enxergar como uma verdadeira Deusa.

Texto e fotografia: Bru Medeiros

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