A inveja me cobre

Das incertezas dos seus poemas

E a pureza de uma palavra vermelha

Jogadas aos pés das rimas

Pra declarar o que a séculos é inexplicável.

Inveja de não sentir mais tal ardor

De me ver nessas letras miúdas e pretas

Ausentes de cor em luz

Conjunto de todas em tinta.

O que não se ilumina mais no meu olhar

Pinga denso da pena que carrego em mãos.

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